Galvão afirma que Ayrton Senna lutaria contra o coronavírus: “Sempre se preocupou com as classes menos favorecidas”

No dia que o piloto completaria 60 anos, Galvão Bueno lembrou aspectos da personalidade do ídolo brasileiro

Bruno Romão
22 anos, estudante de Jornalismo, amante da escrita, natural de Campina Grande (PB) e um completo apaixonado por futebol. Contato: bruno.romao.nascimento@gmail.com

Crédito: Reprodução

Se estivesse vivo, Ayrton Senna completaria seis décadas de vida neste sábado (21). Porém, um acidente do GP se San Marino, em 1994, acabou resultando em sua morte precoce. Apesar disso, seu legado dentro do espore continua sendo lembrado até os dias atuais e não será esquecido.

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Sendo assim, Galvão Bueno, que teve a chance de narrar as vitórias do piloto, publicou uma mensagem emocionante nas redes sociais. O narrador lembrou que o seu compatriota certamente lutaria contra o coronavírus, pandemia que vem deixando o mundo em alerta. Isso porque sua preocupação também era prestar apoios aos mais carentes.

“Dia 21 de março…Hoje, Ayrton Senna ‘do Brasil’ estaria completando 60 anos. Quantas e quantas vezes em carros como esse, ele fez a alegria, a felicidade de todos os brasileiros, era o nosso herói das manhãs de domingo. Ayrton Senna, 60 anos. Se ele aqui estivesse, estaria completamente integrado nessa luta contra o coronavírus. Ele sempre teve muito orgulho de ser brasileiro e sempre se preocupou muito com as classes menos favorecidas. Vamos lembrar dele, é sempre bom, Amigo, seja onde vocês estiver, um abraço grande e um beijo no coração. Ayton Senna ‘do Brasil’: 60 anos”, declarou.

Recentemente, o próprio Galvão Bueno também demonstrou sua aflição com a doença. Como está no grupo de risco, seus cuidados precisam ser redobrados.

“Eu estou aqui no meu escritório, em casa, seguindo as recomendações. Do que modernamente estão chamando de “home office”, de você trabalhar em casa. Mas, preocupado, claro… Vou fazer 70 anos, sou do grupo de risco, sou hipertenso, recentemente tive problema de coração. osso até vir a ser infectado. Todo mundo está correndo risco (…) É preciso se preocupar, juntar todas as mensagens, isso é tudo muito importante. Todos nós estamos nos movimentando pra isso. Tenho acompanhado todas as decisões, muitas delas muito corretas, mas onde está o grande projeto da atenção social a essas pessoas menos favorecidas? Temo. E temo muito quando esse vírus vier a atingir esses bolsões de linha de pobreza ou abaixo da linha da pobreza. Que Deus nos abençoe a todos e nos ajude sempre”, publicou.

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