É tetra! Relembre 5 narrações marcantes de Galvão Bueno

Narrador é o grande voz da Seleção Brasileira em Copas desde a década de 1980

Matheus Camargo
Colaborador do Torcedores

Crédito: Reprodução/Transmissão Globo

Se alguém fosse eleito como a voz dos títulos do Brasil nas competições internacionais, esse nome seria Galvão Bueno, narrador histórico da Globo e presente nas conquistas e nos vexames da Seleção.

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Veja abaixo então 5 narrações marcantes de Galvão Bueno:

O grito de tetracampeão do mundo
O narrador ficou marcado por sua ligação com a Seleção Brasileira e a primeira marcação histórica disso foi o grito do tetra, em 1994, após o título sobre a Itália.

Sai que é sua, Taffarel!
Muitos pensam que o bordão foi criado em 1994, mas foi em 1998, na semifinal da Copa do Mundo contra a Holanda que Galvão colocou seu grito para Taffarel na história.

É penta!
Em 2002, o grito voltou a sair da garganta e Galvão trocou o “é tetra!” de Romário e Bebeto pelo “é penta!” de Ronaldo e Rivaldo.

Capricha, Adriano!
Dois anos depois, o Brasil conquistou aquele que talvez seja o título mais emocionante de sua história ao empatar a final da Copa América de 2004 com a Argentina aos 47 minutos do segundo tempo. No gol, Galvão mandou uma das frases mais lembradas daquele dia: “Capricha, Adriano!”

Lá vem eles de novo…
Como nem tudo são flores, não poderia escapar daqui a última grande narração de Galvão Bueno, infelizmente trágica para a história do futebol brasileiro: o 7 a 1.

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