UFC 250: Problemas com visto devem tirar sete brasileiros do card

José Aldo, Bethe Correia, Maurício Shogun e Rogério Minotouro, entre outros, não poderão lutar no card do UFC, que não será em São Paulo

Victor Martins
Um homem que acredita ser jornalista, escritor e 'chato'. Decidam vocês qual será a opção escolhida.Formado na Universidade Metodista de São Paulo. No Torcedores desde 2016 ou algo parecido.

Crédito: Reprodução/Twitter Oficial José Aldo Junior

Por causa do coronavírus e da transformação do Ginásio do Ibirapuera em hospital de campanha, o UFC 250, dia 9 de maio, não não deverá ser mais em São Paulo ou no Brasil. E a possibilidade de que o evento seja nos Estados Unidos deve tirar pelo menos sete atletas do evento

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Um deles é José Aldo. O manauara, que faria com Henry Cejudo a luta principal válida pelo cinturão dos galos, teve problemas com o visto, pois os consulados estão fechados em todo o Brasil, e não poderá embarcar para o local ainda indefinido do evento. Com isso, Cejudo poderá ter um novo rival, o mais provável sendo este Dominick Cruz, segundo o MMAFighting.

Maurício Shogun e Rogério Minotouro, que se enfrentariam também no card, não poderão também viajar para o local do card, assim como Bethe Correia, que enfrentaria Pannie Kianzad e também Ketlen Vieira no UFC 250 diante de Marion Reneau.

Carlos Felipe e Augusto Sakai, outros que estariam no evento de maio em São Paulo, também desfalcarão suas respectivas lutas (contra Sergey Spivak e Blagoy Ivanov) no card do UFC. Apenas Amanda Nunes (que defende seu cinturão dos penas contra Felicia Spencer) e Fabrício Werdum (que luta contra Alexey Oleynik) devem manter seus postos no card, já que ambos vivem nos EUA.

O UFC ainda não definiu o futuro do UFC 250, que pode seguir o mesmo caminho do UFC 249 no próximo sábado (18) e ser realizado num cassino de uma reserva indígena na Califórnia.

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(Crédito da foto: Reprodução/Twitter Oficial José Aldo Junior)