5 atacantes ‘caneludos’ que vestiram a camisa do Santos na carreira

Alguns deles marcaram o nome na história do alvinegro, enquanto outros não deixaram nenhuma saudade

Luiz Felipe Longo
Colaborador do Torcedores

Crédito: Divulgação

O Santos é conhecido por ser uma equipe extremamente ofensiva. O DNA do ataque está presente ao longo da história do clube. Por isso, vários atacantes já passaram pela história do clube. Alguns marcaram seu nome, enquanto outros não deixaram nenhuma saudade para os torcedores.

Nesta quinta-feira (14), William, que ganhou apelido de Batoré, celebra 37 anos. Ele foi revelado nas categorias de base do alvinegro, onde permaneceu de 2001 a 2005. É aquele que podemos definir como “caneludo”, sem muita habilidade ao sair da área, mas que lá dentro se garantiam.

Confira 5 atacantes ‘caneludos’ que passaram pelo Santos

1) William – O atacante foi revelado pelo Santos e fez parte da talentosa geração comandada por Diego e Robinho. Não era titular absoluto, porém quanto entrava costumava deixar o dele. Não tinha o mesmo rendimento ao sair da área. Ainda assim, foram 26 gols em 90 partidas.

2) Zé Love – Campeão da Libertadores em 2011, o atacante chegou à Vila Belmiro um ano antes. No próprio torneio continental demorou a desencantar. Alternava bons e maus momentos. Na mesma medida em que fazia os gols, também perdia lances inacreditáveis. Pelo alvinegro, fez 26 gols em 81 jogos.

3) Mariano Trípodi – Ficou marcado pelo gol heroico na Libertadores de 2008, que garantiu classificação ao Santos contra o Cucuta – seu único em nove jogos pelo time. O argentino chegou em um “pacotão” de gringos ao lado de Molina e Sebastián Pinto. A passagem foi decepcionante.

4) Geilson – Assim como William, era o tipo de atacante que fazia a diferença dentro da área. Permaneceu no alvinegro entre 2005 e 2006, tempo suficiente para decidir um clássico contra o Corinthians e conquistar um Campeonato Paulista.

5) Frontini – Conseguiu a façanha de rodar por três clubes em um único ano. Em 2005, jogou por Marília, Ponte Preta e Santos. Os números nos clubes do interior não eram animadores, mas o Santos fez uma aposta. Não deu resultado, pois o argentino emplacou oito jogos com apenas um gol marcado.

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