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Bruninho revela meta ousada e sonha em jogar mais três Olimpíadas

Em live realizada com Bernardinho nesta quinta-feira (21), Bruninho comentou com o pai sobre os rumos do esporte brasileiro com a pandemia do novo coronavírus, e traçou uma meta ousada para o futuro na seleção brasileira

Andressa Fischer
Gaúcha, 22 anos | Escrevo sobre vôlei, futebol feminino e dupla Gre-Nal.

Crédito: Foto: Divulgação/Facebook

Prestes a completar 34 anos, no próximo dia 2 de julho, Bruninho revelou em live realizada nesta quinta-feira (21) no YouTube do Sesc Rio, que traçou uma meta ousa com ajuda de um coach. O levantador sonha em disputar pelo menos três Olimpíadas antes de encerrar a carreira.

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“Eu continuo criando metas, nas nossa vida a gente tem de ter sempre objetivos. É uma competição comigo mesmo, no final das contas. Quero jogar mais duas olimpíadas, quem sabe três. Pode ser que a minha parte física não me deixe, mas vou buscar, é uma meta. Temos de ter vontade de sermos melhores do que éramos ontem”, disse.

Mas não é só Bruninho que pensa assim. No ano passado, Sheilla e Fabiana, na mesma faixa etária do levantador de Taubaté, sofreram duras críticas após decidirem retornar à seleção para a Copa do Mundo, e foram acusadas de atrapalhar a renovação do vôlei brasileiro.

Bruninho relembra a derrota para a Rússia em Londres e conta que precisou da ajuda de um coach

“A derrota de Londres-2012 (para a Rússia, na final, de virada, por 3 sets a 2) me fez querer entender o que eu precisava fazer para melhorar, querer crescer em outras áreas do meu jogo, que eram a parte emocional de, como lidar com os momentos difíceis. Perdemos um set praticamente ganho, eu vi a medalha na minha mão”, relembrou.

Naquela oportunidade, o Brasil, comandado por Bernardinho, tomou uma virada inacreditável contra a Rússia na final e perdeu o ouro por 3 x 2, em parciais de: (19/25, 20/25, 29/27, 25/22, 15/9).

“Fui procurar ajuda de um coach mental, o Juliano, que me ajuda até hoje, para entender como controlas as emoções em momentos como esses. Vi que eu precisava, depois de Londres, criar um novo Bruno, não só nas partes técnica e tática, mas também na parte mental, que estava esquecida, nunca precisou vir a tona. Aquela derrota me ensinou a querer melhorar e a querer crescer”, completou.

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