Carro de Thiago Mendes, filha de Mineiro e briga entre Junior e Emerson Leão: Marco Aurélio Cunha relembra bastidores do São Paulo

Ex-dirigente do São Paulo, Marco Aurélio Cunha já barrou compra de carro de Thiago Mendes, quebrou o protocolo com Mineiro e separou briga de Junior e Leão

Willian Ferreira
Colaborador do Torcedores.com e contador de histórias do esporte.

Crédito: Twitter/Reprodução

Marco Aurélio Cunha é conhecido por ser um dirigente próximo dos atletas. No São Paulo, ele ganhou fama por conduzir o cotidiano da equipe em um dos períodos mais gloriosos da história do clube. E algumas histórias de bastidores foram reveladas em Live no canal Arnaldo e Tironi, mantido pelos jornalistas Arnaldo Ribeiro e Eduardo Tironi no Youtube.

Siga o Torcedores no Facebook para acompanhar as melhores notícias de futebol, games e outros esportes
https://www.facebook.com/TorcedoresOficial

Um caso foi levantado por Arnaldo Ribeiro. Ele relembrou que, em 2017, Marco Aurélio Cunha impediu que um volante da equipe de Rogério Ceni comprasse um automóvel. “Eu e André Plihal iríamos almoçar com o Marco Aurélio Cunha depois de um treinamento. Fomos para o CT. Lembro que vimos o Thiago Mendes e ele estava quase comprando um carro muito alto, o jogador sumia. O MAC falou com o cara que iria vender o carro e com o atleta depois”, relembrou.

Marco Aurélio Cunha confirmou a história e lembrou um caso com final feliz. Com ouro volante, mas de outra época. “O dia a dia é decisivo no rendimento de um atleta. Me lembro de uma vez que nasceu a filha do Mineiro. Nós jogaríamos no dia seguinte pela manhã. Ele veio falar comigo, o vi preocupado. Falei que ele poderia ir vê-la, eu mesmo fui com ele. Quando viemos embora, ele falou que não sabia como aquilo o faria dormir bem”, revelou.

Brigas

Dois históricos nomes da equipe que conquistou três títulos em 2005 tiveram uma séria desavença. Marco Aurélio Cunha contornou a situação. “Na Copa Libertadores, Emerson Leão e Junior discutiram. Não foi nada, mas o técnico pediu para dispensar o lateral-esquerdo. Ambos passaram da conta. Fui no vestiário pedir para o atleta pedir desculpas, e ele foi. Quando fui falar com o técnico, ele seguiu irredutível. Falei que ia ligar para o Juvenal Juvêncio, não liguei, e disse para o Leão que era mais fácil ele sair que o Junior. Tudo se resolveu e eles se tornaram amigos”, finalizou.

LEIA MAIS
Rogério Ceni surpreende: “Fiz o mesmo trabalho no Fortaleza e no São Paulo”
Bruno Alves celebra boa fase no São Paulo: “Melhor ano da carreira”
No Twitter, São Paulo comemora 25 anos do bicampeonato Mundial de Clubes