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Kleber detalha briga com Luxa após chamar o treinador de “filho da p…”: “Ficou com medo de levar uma voadora”

Situação ocorreu após o treinador substituir Kleber

Bruno Romão
24 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: bruno.romao.nascimento@gmail.com

Crédito: Divulgação/Palmeiras

Em entrevista ao programa “Aqui com Benja”, Kleber Gladiador falou sobre um episódio tendo que viveu com Luxemburgo. Após deixar o campo antes do término da partida, o ex-camisa 30 do Verdão repreendeu o comandante, que notou o xingamento direcionado a ele e acabou cobrando o jogador. Sendo assim, um bate-boca teve início, e o fisioterapeuta do clube precisou intervir.

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“O Luxemburgo é muito diferente, é muito experiente no futebol. Sabe a manha, a maldade e onde está a sacanagem. Ele me tirou do jogo e eu achava que estava bem. Nesse dia, me tirou e quando eu saí do campo e eu falei: ‘Filho da p… me sacou’. Ele não ouviu, fez leitura labial. Ai ele falou: ‘Te tirei mesmo, seu filho da p…, sou eu que mando’. Eu já tava meio sangue quente e comecei a xingar, foi uma discussão louca. Ele nem olhava mais para o campo, ele me xingava e eu xingava de volta. E o fisioterapeuta me segurando. Acabou o jogo com o São Paulo, acho que a gente perdeu. Fomos para o CT, quando tô no ônibus e o meu empresário perguntando o que fiz e eu mandei ele sair da minha frente. Depois ele falou que o Vanderlei me chamou de problemático, e ficou com medo de levar uma voadora: ‘do jeito que esse moleque é louco’.”, declarou.

Além disso, Kleber falou sobre a proposta que recebeu do Flamengo. Apesar da oferta não ter chegado em suas mãos, ele não tinha interesse em deixar o Palmeiras. Porém, o time paulista optou por renovar o contrato do atleta, algo que acabou gerando uma grande insatisfação.

“É mentira que eu não queria ir pro Flamengo. O que eu queria era continuar no Palmeiras. Cheguei na diretoria e me falaram que tinha uma proposta. Pra mim não chegou. Eu tinha um dos menores salários e tinham uns 10 jogadores que ganhavam mais. Falei da proposta e do valor que tinha a receber e pedi para aumentar meu salário. Ele falou que achava justo, mas pediu para aumentar a partir de janeiro. Pedi para assinar agora e ele começou a falar que ‘não’. Não queriam me dar um aumento e eu queria ficar mais tempo e eles disseram ‘não’ (…). Naquele tempo, não tinha condição de trabalhar no Palmeiras, era uma piada”, acrescentou.

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