Ferj é criticada por colocar enfermeiro como árbitro em jogo do Botafogo

Partida entre Portuguesa e Botafogo na Taça Rio virou motivo de críticas nas redes sociais à Ferj. Entenda os motivos da repercussão

Rafael Brayan
Estudante de jornalismo. Colaborador especialista e editor-plantonista do Torcedores.

Crédito: Divulgação

A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, mais conhecida como Ferj, recebeu uma chuva de críticas na noite da última quarta-feira (1). O jogo entre Portuguesa-RJ e Botafogo teve a arbitragem liderada por Rafael Martins de Sá, o que causou a grande repercussão na internet.

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O mundo da internet acabou relembrando que Rafael Martins de Sá, além de ser juiz de futebol, é enfermeiro. Durante a pandemia do coronavírus, a Ferj, que já está sendo criticada por liberar os jogos no Rio de Janeiro e pensar em ter público em algumas semanas próximas, foi acusada de tirar um profissional da saúde em um momento de necessidade extrema.

Recentemente, em entrevista ao UOL Esporte, Rafael Martins de Sá comentou sobre essa dupla vida profissional. “É uma luta, é difícil para todos. A prioridade como enfermeiro é no combate à pandemia, mas estava no melhor momento da minha carreira. É torcer para que passe logo, o que estamos tentando fazer é achatar a curva para que os hospitais aguentem”, disse o juiz.

“No hospital, eu me esqueço do campo. Me condicionei a isso. Quando a situação se normalizar, volto a viver também a vida de árbitro”, completou o profissional escolhido pela Ferj para apitar o jogo Portuguesa-RJ x Botafogo, que acabou empatado.

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