Artilheiro ex-Santos relembra sua “relação” com Ayrton Senna: “Eu fazia um gol e ele ganhava uma corrida”

Artilheiro pelo Santos do Campeonato Brasileiro, Paulinho McLaren relembra como ganhou apelido

Carlos Lemes Jr
Colaborador do Torcedores.com.Jornalista formado, desde 2012, e no Torcedores, desde 2015. Matérias exclusivas pelo site publicadas nos portais IG, MSN e UOL.

Crédito: Paulinho McLaren (Reprodução/Youtube)

O que Ayrton Senna e o máximo goleador do Campeonato Brasileiro de 1991 tem em comum? A McLaren. Não entendeu? O próprio Paulinho McLaren explica como incorporou o apelido que levou por toda a carreira.

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“Ele (Senna), nunca tinha vencido no Brasil. Fiz um gol contra o Vitória e homenageei o Ayrton. Depois do jogo, em um daqueles programas de rádio, me puseram para falar com ele e desejei sorte”, relembra Paulinho ao canal Vamo Pro Jogo do Youtube. 

A partida contra o Vitória foi realizada em um sábado, dia anterior a primeira vitória do piloto brasileiro em Interlagos, naquele ano de 1991.

“O Senna ganhou no domingo e durante todo aquele ano foi assim: eu fazia gol e ele ganhava corrida”, completou.

Paulinho McLaren foi artilheiro pelo Santos daquele Brasileirão com 15 gols. O vice artilheiro foi um ainda jovem Túlio Maravilha, pelo Goiás, com 12.

Além do Santos, Paulinho vestiu as camisas de clubes como Internacional, Portuguesa, Cruzeiro, Fluminense e Atlético Mineiro. Também jogou pelo Porto, Bellmare Hiratsuka (Japão) e Miami Fusion (EUA), fora do País.

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