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Com brasileiros, veja 8 jogadores que foram heróis improváveis de finais de Champions League

Competição já colocou jogadores na história do futebol

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016, radialista na Paiquerê 91,7.

Crédito: Reprodução/DUGOUT

Disputar uma final de UEFA Champions League é para poucos, mas se tornar um herói na decisão é só para quem suporta a pressão até chegar lá.

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A competição é feita de histórias e vários jogadores se tornaram heróis improváveis ao decidirem finais.

Veja 8 heróis improváveis de finais de Champions League:

Divock Origi – Liverpool 2019
O atacante belga já havia sido o herói do Liverpool na semifinal contra o Barcelona, quando supriu as ausências de ninguém menos que Roberto Firmino e Salah, que estavam lesionados e não jogaram.

Para a decisão, todos estavam à disposição e Salah até abriu o placar de pênalti. Mas foi necessária a entrada de Origi no segundo tempo para marcar o segundo gol e confirmar o sexto título europeu aos Reds.

Belletti – Barcelona 2006
Em 2006, um brasileiro se tornou personagem de um título de Champions ao marcar o gol da vitória já no segundo tempo.

Belletti começou no banco de reservas e foi uma aposta de Frank Rijkaard após o Arsenal sair vencendo e perder um jogador expulso após o goleiro Lehmann levar o cartão vermelho.

Poucos apostavam nisso, mas o lateral apareceu na área e marcou o gol da virada já no segundo tempo e deu o título aos catalães.

Jerzy Dudek – Liverpool 2005
O goleiro polonês era muito contestado no Liverpool em 2005 até chegar à final da Champions Leagu contra o Milan.

No jogo denominado “Batalha de Istambul”, em que o clube inglês saiu perdendo por 3 a 0 e buscou um improvável empate, Dudek brilhou e foi o nome do título.

Nos pênaltis, pegou as cobranças de ninguém menos que Andriy Shevchenko e Andrea Pirlo. O lance do jogo, porém, foram as defesa em sequência em finalizações do camisa 7 do Milan.

Dmitriy Alenichev – Porto 2004
O atacante russo não tinha tanta simpatia de José Mourinho, mas foi escolhido para entrar na final da Champions League de 2003/04 quando o Porto já vencia o Monaco por 1 a 0.

O jogador foi crucial para a confirmação do título. Aos 26 minutos recebeu em velocidade pelo lado esquerdo, ergueu a cabeça deu passe para Deco bater bonito para ampliar.

Quatro minutos depois foi a vez dele mesmo receber em velocidade e soltar uma bomba para vencer Flavio Roma e confirmar o bicampeonato europeu do Porto.

Ole Gunnar Solskjaer – Manchester United 1999
Atual técnico do Manchester United, Solskjaer nunca foi titular absoluto e sempre perdeu espaço no Manchester United da década de 1990 para a dupla Cole e Yorke.

O atacante, porém, foi a aposta de Alex Ferguson para tentar uma vida que parecia impossível. O Bayern vencia a decisão da Champions até os 47 minutos do segundo tempo, até que Sheringham marcou o gol do empate.

Um minuto depois, aos 48, o então reserva Solskjaer deu o título ao clube inglês.

Patrick Kluivert – Ajax 1995
O atacante holandês era uma promessa em 1995, ano em que o Ajax assustou o mundo ao voltar a uma final da Liga dos Campeões para encarar o Milan.

Aos 18 anos, o jogador ficou no banco de reservas e viu um jogo parelho até o fim, quando ganhou a chance de entrar em campo aos 25 do segundo tempo. Nos momentos finais, o centroavante brilhou, recebeu de Rijkaard e marcou o gol do título. É até hoje o atleta mais jovem a fazer um gol em final de Champions.

Basile Boli – Olympique de Marselha 1993
Herói do maior título da história do Olympique de Marselha, Boli foi o primeiro marfinense a brilhar na Europa. Seu ápice foi na temporada 1992/93, quando era titular absoluto do time francês.

Em um jogo que tinha o Milan como franco favorito, o zagueiro apareceu na área para cabecear firme e dar o título ao time mais tradicional da França.

Juary – Porto 1987
O atacante ex-Santos começou a final da Champions League de 1987 na reserva e viu o Bayern de Munique arrancar na frente.

Sua entrada foi logo no intervalo, na vaga de Quim, e deu certo. Juary colocou o jogo no bolso e aos 34 minutos da etapa final arrancou pela direita e deu passe para Madjer acertar lindo calcanhar e marcar.

Aos 37, o brasileiro apareceu na área para completar cruzamento da esquerda e dar números finais à partida: 2 a 1.

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