Felipão recorda companheirismo no time do Brasil em 2002 e não descarta assumir seleção sul-americana no futuro

No momento, Felipão ainda se encontra livre no mercado

Bruno Romão
23 anos, estudante de Jornalismo, amante da escrita, natural de Campina Grande (PB) e um completo apaixonado por futebol. Contato: bruno.romao.nascimento@gmail.com

Crédito: Rafael Ribeiro - CBF

Em entrevista à “Radio Caracol”, Felipão revelou que recebeu um contato para dirigir a seleção colombiana após o fim da Copa de 2018. Porém, as tratativas com a Federação acabaram não avançado e o acerto não ocorreu. Porém, por ser um admirador do futebol do país, o técnico não descartou a possibilidade no futuro.

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“Conversei com a Federação Colombiana para dirigir a seleção nacional, mas nunca especificamos nada. Sim, gostaria de dirigir a seleção colombiana em algum momento porque me sinto identificado com os jogadores colombianos e seu futebol. Não descarto isso no futuro”, declarou.

Sobre sua etapa na seleção brasileira, em 2002, Felipão ressaltou o comprometimento do grupo. Dessa forma, o técnico acredita que é necessário ter um bom relacionamento com os atletas para obter os resultados esperados.

“Para ser um treinador vencedor, você precisa realmente gostar do trabalho, precisa estar muito bem cercado e ter muito respeito no seu relacionamento com os jogadores, tudo isso leva à vitória. A seleção brasileira de 2002 com a qual fomos campeões mundiais foi dada acima de tudo por causa da relação respeitosa que geramos entre todos, e que não foi criada apenas no campo de jogo, também no hotel e em todos os espaços. que compartilhamos”, completou.

Aproveitando que estava falando em um veículo colombiano, Scolari aproveitou para enviar uma saudação para Faustino Asprilla.

“Admiro ‘Tino’ e só sinto amor por ele, tenho uma amizade linda. Ele é um craque, influenciou muito o grupo quando jogou comigo (no Palmeiras), faz uma grande falta”, contou.

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