Secretário defende ações da CBF em retomada do futebol mesmo após crise que adiou dois jogos no fim de semana

Goiás x São Paulo e Treze x Imperatriz não foram realizados

Matheus Camargo
Colaborador do Torcedores.com.

Crédito: Reprodução

A crise que envolveu o duelo entre Goiás x São Paulo e gerou o adiamento do confronto com a equipe paulista já dentro de campo rendeu uma defesa do secretário-geral da CBF, Walter Feldman, ao protocolo da entidade para a retomada do futebol.

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Em entrevista ao Troca de Passes, do SporTV, o representante da CBF explicou os adiamentos de dois jogos de competições nacionais devido a jogadores infectados com a Covid-19 – além de Goiás x São Paulo, Treze x Imperatriz, pela Série C, também acabou adiado.

“CBF com as federações e clubes decidiram coletivamente, tomaram as decisões para fosse possível o retorno das competições nacionais. Nos preparamos tecnicamente para aplicar o melhor protocolo possível, aprovado pelo Ministério da Saúde, apoiado por infectologistas e epidemiologistas, com atualizações diárias, relatórios de pesquisas científicas”, revelou Feldman, que seguiu.

“O que aconteceu no jogo do Imperatriz (pela Série C) foi adequada a suspensão. O do CSA (pela Série B) foi adequada a não suspensão. O do Goiás foi adequado pela premência do tempo perdido. Esses três episódios nos levam a aperfeiçoar o protocolo e reduzir ao mínimo o que venha a acontecer nas rodadas subsequentes. Estamos preparados sempre para priorizar a saúde.”

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O Goiás teve 10 de seus 23 jogadores infectados pela Covid-19, enquanto o Imperatriz teve 12 de 19 atletas do elenco.

“Temos componentes que nos fazem acreditar que chegamos à segurança quase máxima e responsável. Um dado fundamental é a história, outra é o exame clínico, o comportamento diário. Questões de temperatura, sinais, sintomas. Na medicina correta, o exame complementar é complementar. No momento de pandemia passa a ter dimensão maior. Alguns resultados não possuem segurança máxima, por exemplo, o Einstein tem 90%, outro tem 80%. É possível que alguns clubes escolham laboratórios que tenham índice de acertos menores, por isso exigimos um padrão”, completou o secretário da CBF.

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