Cavani no mercado: pedida de 45 milhões de euros dificulta negociações com clubes brasileiros e europeus, diz site

Cavani chegou a interessar ao Atlético de Madrid no início do ano, e negociou co o Benfica para a temporada 2020/21, mas as conversas foram encerradas

Danielle Barbosa
Colaboradora do Torcedores.com.

Crédito: Catherine Ivill/Getty Images

A diretoria do Grêmio já fez questão de desmentir qualquer tipo de acerto com o atacante uruguaio Edinson Cavani nos últimos dias, mas o presidente do Tricolor gaúcho, Romildo Bolzan Jr, confirmou que chegou a sondar a possibilidade de contar com o ex-jogador do PSG. De acordo com informação do Goal, o grande entrave para a definição do futuro do jogador de 33 anos, que está livre no mercado desde o fim do contrato com o clube francês em julho, é o valor pedido para o contrato.

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Segundo a publicação, Cavani quer assinar um contrato válido por três anos, com custo de aproximadamente 45 milhões de euros líquidos (cerca de R$ 283 milhões na cotação atual) – desse montante, são 12 milhões de euros por temporada e 8 milhões de euros em luvas diluídas, além de algumas outras comissões.

O ”contrato dos sonhos” desejado por Cavani tem dificultado as negociações até mesmo no mercado europeu. O Benfica, do técnico Jorge Jesus, chegou a demonstrar interesse em contar com o atacante, mas as conversas não avançaram.

O nome de Cavani já esteve ligado ao Atlético de Madrid no início do ano, quando as negociações não avançaram porque o clube francês se recusou a liberar o jogador, e agora é especulado também na Juventus, mas a Velha Senhora ainda mantém conversas com Luis Suárez, do Barcelona, considerado como ‘plano A’.

CAVANI NO GRÊMIO?

Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (9), Romildo Bolzan Jr negou qualquer tipo de acerto com Cavani. “Neste momento, não tem a mínima possibilidade de andar essa negociação. Agora, se o Cavani fizer a opção de vida dele na América do Sul, para ficar perto da família, da fazenda dele e vincular isso a um projeto esportivo, podemos conversar. Aí vamos tentar viabilizar, seja com um esforço do clube, da torcida, patrocinado, mas não é o que temos nesse momento.”

“O atrelamento do Grêmio com ele é cultural, a imortalidade, a garra, a forma que joga, tem tudo a ver. Se alguém sonha com o Cavani, sonha corretamente. Não foi daqui que saiu essa informação. Fizemos uma conversa com ele, mas não é o Grêmio que vai competir com as propostas que ele tem na Europa. Vamos voltar à racionalidade, o inconsciente coletivo faz parte. Não quero frustrar ninguém. Se um dia tivermos condições, faremos esforços para isso”, completou.

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