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Caetano vê Inter perto de títulos, mostra respeito ao clube e explica a sua postura envolvendo Edenilson

Ex-diretor-executivo de futebol do Inter Rodrigo Caetano concedeu declarações ao jornalista Diogo Olivier, do Grupo RBS

Eduardo Caspary
Jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014. Dupla Gre-Nal.

Crédito: Foto: Divulgação/Inter

Em entrevista concedida ao jornalista Diogo Olivier, do Grupo RBS, o atual executivo de futebol do Atlético-MG, Rodrigo Caetano, voltou a falar sobre a sua gestão no Inter, que iniciou em maio de 2018 e terminou em dezembro de 2020. Ele admitiu que gostaria de ter permanecido, avaliou ver o clube perto de novos títulos e negou ter tentado levar Edenilson para o Galo – veja as principais aspas:

Ficar no Inter

“Sim (queria ter ficado). Tu sabe que eu defendo a continuidade (pausa). Minha família é de Santo Antônio da Patrulha. Mas, durante a eleição, os candidatos não falaram comigo. O Alessandro (Barcellos) ganhou, mas me procurou só para agradecer, pois construímos muita coisa”

Teve convite?

“Não, absolutamente. Veio outra gestão, que preferiu encerrar a relação”

Inter e títulos

“Está perto de voltar a ser campeão. É um processo. Cheguei em 2018, com Marcelo Medeiros e Roberto Melo. Desde lá, o Inter sempre fez campanha de Libertadores no Brasileirão e foi bem nos mata-matas, chegando à final da Copa do Brasil e deixando de ser campeão nos pontos corridos por um ponto. Quando o Galo ficou fora da disputa, torci muito pelo Inter”

Edenilson

“Não (tentei contratar). Conversei com ele e muitos amigos do Inter, como o Lomba e outros, mas apenas os parabenizei pela campanha no Brasileiro. Se eu quisesse contratá-lo, primeiro procuraria o Inter. Se um dia o Galo quiser o Edenilson, é o que farei”