Diego conta se ainda mantém amizade com Robinho após atacante ser condenado por estupro

Meia do Flamengo marcou época com Robinho no Santos

Bruno Romão
24 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: bruno.romao.nascimento@gmail.com

Crédito: Reprodução

Em entrevista ao programa “Grande Círculo”, Diego foi questionado sobre sua atual relação com Robinho. Valorizando o convívio de ambos dentro dos gramados, algo que se expandiu para uma amizade fora do futebol, o camisa 10 do Flamengo contou que ainda mantém contato com o atacante. Apesar da proximidade, o meia contou que a condenação por estupro do ex-companheiro de time não é um dos assuntos abordados quando os dois conversam.

“Existe sim (amizade). O Robinho é um grande amigo que o futebol me deu. Vivemos momentos especiais e faz parte da minha história. É um jogador alegre, animado e divertido. Tenho um carinho muito grande. Vira e mexe estamos nos falando. Procuro sempre separar o que acontece na vida pessoas. Ele sabe o que aconteceu e eu tenho a imagem daquilo que vivemos juntos, e respeito muito essa fase. Depois que aconteceu isso (condenação), não tive a oportunidade de estar com ele e quando conversamos hoje, não tocamos nesse assunto”, declarou ao canal “SporTV”.

SELEÇÃO BRASILEIRA

Além disso, Diego revelou se possui frustração de não ter sido convocado para uma Copa do Mundo. Ele também contou se sonha com uma vaga na competição de 2022, já que está desempenhando uma nova função no Flamengo.

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“Eu sempre deixei claro meu sonho de disputar a Copa do Mundo. Vivi duas conquistas da Copa América, foram experiências maravilhosas. Não alcancei a Copa e isso ficou mal resolvido na minha cabeça durante um tempo. Foi uma decepção muito grande, mas com o tempo a gente entende que (a convocação) passa pelo esquema, a preferência do treinador… E em um país com tanta concorrência, excelentes jogadores ficam de fora. Não reclamo de falta de oportunidades, mas as oportunidades que tive eu saí de cabeça erguida sabendo que dei o melhor. Enfrentei concorrência de Kaká, Ronaldinho Gaúcho e Rivaldo, meias consolidados. Vejo a Seleção e recordo com carinho, mas não sou frustrado, longe disso. Sou muito grato. Não sou de colocar limites. Aos 36 anos, jogando como hoje, em uma posição nova, gosto de desafios e procuro sempre ter o melhor nível. Para jogadores com essa mentalidade coisas boas acontecem”, disse.

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