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Dirigente do Flamengo critica liberação de 10% do público no Maracanã: “Não é economicamente sustentável”

Flamengo teve o aval para receber público no duelo contra o Olimpia

Bruno Romão
24 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: bruno.romao.nascimento@gmail.com

Crédito: Alexandre Vidal / Flamengo

Apesar da Prefeitura do Rio de Janeiro ter liberado o Maracanã para receber público na Libertadores, o cenário não agradou totalmente o Flamengo. Isso porque Rodrigo Dunshee, vice-presidente geral e jurídico do clube, criticou o fato de apenas 10% do estádio poder ser ocupado. Como apenas torcedores testados contra a Covid-19 vão poder adentrar nas dependências do estádio, o dirigente acredita que 30% seria o número adequado da capacidade.

“Perde o Rio de Janeiro, perde o turismo, perde a fazenda pública e perde, principalmente, o carioca. Temos para onde levar nossos jogos. Vida que segue. 10% não é economicamente sustentável. 10 % foi o que deram em janeiro para a Libertadores. Com testagem era seguro 30%, Como Belo Horizonte, Cuiabá, Brasília etc.. Abrir o Maracanã para público custa caro. Tem uma logística grande”, escreveu o dirigente do Flamengo no Twitter.

Anteriormente, o Flamengo levou o duelo contra o Defensa y Justicia para Brasília. Agora, resta saber se Brasília também será palco do confronto das quartas de final, em 18 de agosto, ou se a opção de receber 10% do público no Maracanã vai ser aceita.

Veja abaixo as regras para poder entrar no Maracanã.

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