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Marinho aponta nome do futebol nacional “injustiçado” na seleção brasileira: “Merecia uma oportunidade”

Atacante do Santos avaliou concorrência no setor ofensivo do Brasil

Bruno Romão
24 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: bruno.romao.nascimento@gmail.com

Crédito: Ivan Storti/Santos

Mesmo com o destaque na temporada 2020 pelo Santos, Marinho não ganhou uma oportunidade na Seleção. Sendo assim, mesmo concordando com o critério de Tite em levar jogadores da sua confiança, o atacante do Peixe acredita que o esforço de nomes que estão em evidência merece ser recompensado. Neste cenário, ele citou que Dudu, ídolo do Palmeiras, deveria ter recebido a oportunidade de demonstrar seu futebol com a camisa do Brasil.

“Não sei se é questão de levar só jogadores do Brasil ou da Europa. O treinador tem uma visão e um grupo na mão. É mais que justo ele levar quem vai contribuir mais. O mais importante é que nosso trabalho iria agregar, não é só pra passear. Eu brinco pra caramba, eu incomodo os zagueiros e laterais. Tinha vários jogadores que vai honrar a camisa da Seleção. Sou fã do Dudu, cinco anos voando no Brasil, e não teve muita oportunidade de jogar na Seleção. A concorrência é muito grande, mas era um cara que merecia uma oportunidade. Foi um jogador bem regular no Brasil e que sempre esteve bem”, declarou ao podcast “Flow“.

FINAL DA LIBERTADORES

Além disso, Marinho comentou sobre a decisão da Libertadores. Em um jogo que esteve apagado, o atleta viu o Palmeiras vencer por 1 a 0 e o Santos ficar com o vice do torneio. Dessa forma, em sua visão, ele deveria ter pedido para sair no jogo por estar machucado.

“Além de termos perdido, eu fui tentar chutar uma bola, dividi com o Luiz Adriano e senti o joelho machucado. Errei em pedir para não sair, mas falariam que eu senti a final. Tentei continuar, mesmo mal, mancando, e falhei. Tudo que imaginei que faria eu não fiz. Isso me machucou o tempo todo. Para muitos eu esqueci de jogar depois da final da Libertadores, mas aquilo me machucou. Não conseguia nem andar depois da final, fiquei quatro jogos fora. Meu joelho estava inchado, eu tomava infiltração para jogar. Parei com as injeções e fui tratar. E aí comecei o tratamento, parei alguns jogos, uns quatro jogos, coisa de três semanas. Focamos no Brasileirão para colocar o time na Libertadores e conseguimos, mesmo com o desânimo de perder uma final“, disse.

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