Confira as seleções com maiores chances de medalha de ouro no futebol masculino

Com todas as equipes definidas, confira as favoritas ao torneio de futebol masculino na Olimpíada de Tóquio

Lucas Ayres
Colaborador do Torcedores

Crédito: Clive Mason/Getty Images

A Olimpíada de Tóquio está muito perto, e a estreia do futebol mais ainda. Se os Jogos começam oficialmente no dia 23, a bola rola um dia antes, na quinta-feira (22). Com o início do torneio em vista, separamos as seleções com maiores chances de levar a medalha de ouro. Confira:

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As seleções com maiores chances do ouro no futebol masculino

França

A seleção olímpica da França está longe de ser estrelada como a que disputou a Copa do Mundo de 2018 ou da Copa América, mas é uma equipe forte ainda assim. Além dos elogiadíssimos jovens Benoît Badiashile, zagueiro do Monaco, e Eduardo Camavinga, volante do Rennes, os Les Bleus contam com o poder de decisão vindo diretamente do México.

Sim, a dupla de ataque do Tigres, formada por André-Pierre Gignac e o recém contratado Florian Thauvin, estará em Tóquio. O primeiro foi o carrasco do Palmeiras na edição de 2020 do Mundial Interclubes, enquanto o segundo foi, por muito tempo, a referência técnica do Olympique de Marselha.

Argentina

Ainda que empolgada pelo título na Copa América, a Argentina não vai com a sua “força máxima” para Tóquio, com uma convocação quase que inteiramente baseada no campeonato argentino. Ainda assim, é a seleção argentina de quem estamos falando.

Isso quer dizer que há talentos na equipe capazes de se combinar e conduzir a Albiceleste ao ouro. Thiago Almada, do Vélez Sarsfield, e Ezequiel Barco, do Atlanta United, tem o talento e a criatividade necessárias para assumir tal liderança técnica da equipe.

Espanha

A Espanha é a seleção que fez a convocação mais forte do torneio de futebol masculino da Olimpíada. São, afinal, seis jogadores chamados que fizeram parte da campanha da Fúria na Eurocopa, que chegou às semifinais.

Entre eles, destacam-se o atacante Oyarzabal, da Real Sociedad, e os meias Pedri, do Barcelona, grande revelação da Euro, e Dani Olmo, uma das maiores surpresas do torneio continentais. Unai Simón, Eric García e Pau Torres completam a lista da “jornada dupla” espanhola.

Brasil

Atual campeão olímpico, o Brasil vai a Tóquio com uma equipe mais fraca em relação à montada para o Rio de Janeiro, em 2016 — sem Neymar e Marquinhos, por exemplo — mas ainda assim repleta de talentos. Daniel Alves, Guilherme Arana e Richarlison, por exemplo, de São Paulo, Atlético-MG e Everton, respectivamente, são os mais rodados.

Já os talentos mais promissores estão nos pés do lateral Gabriel Menino, do Palmeiras, do volante Bruno Guimarães, do Lyon, do meia Claudinho, do Red Bull Bragantino, e dos atacantes Antony e Martinelli, de Ajax e Arsenal, respectivamente.

Seleções que podem conquistar medalha no futebol masculino

Japão

As seleções acima são numerosas o bastante para formar um pódio e ainda sobrar uma para o quarto lugar. Ainda assim, existem outras que podem surpreender e “medalhar”. O Japão, por exemplo, conta não só com a motivação de jogar em casa (que deu certo para o Brasil), como com o máximo de força possível, com todos os jogadores convocados liberados pelos seus times.

Sakai, lateral ex-Olympique de Marselha, Yoshida, zagueiro do Southampton, e Endo, do Stuttgart, são os atletas acima dos 24 anos. Eles formam a espinha dorsal japonesa junto dos talentosos Kubo, do Getafe, e Doan, do Arminia Bielefeld.

Costa do Marfim

A Costa do Marfim é um dos mais prolíficos países do futebol mundial quando o assunto é jovens talentos. Em Tóquio, a seleção olímpica do país vai contar com uma boa combinação deles, como Amad Diallo, do Manchester United e Idrissa Doumbia, do Sporting-POR.

Mais importante que os garotos são os veteranos, ou pelo menos os acima dos 24 anos. Baily, zagueiro do Manchester United, Kessie, volante do Milan, Max Gradel, meia atacante do Sivasspor, estão confirmados e encorpam a equipe africana.

Alemanha

Vice-campeã olímpica em 2016 e primeiro adversário do Brasil em Tóquio, a Alemanha não terá um time tão forte como em 2016. Ao contrário da Espanha, os atletas que jogaram a Euro não foram convocados, o que significou importantes baixas no grupo sub-23.

Só que não dá para menosprezar a força dos jovens do Campeonato Alemão, em especial Nadiem Amiri, do Bayer Leverkusen, e Arne Maier, do Hertha Berlim, muito menos o ataque formado por Marco Richter, do Augbsurg, e Max Kruse, esse já veterano, do Union Berlin.

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