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Tietado na Série D do Brasileirão, Júnior Baiano fala sobre assédio e revela treinadores referências

Treinador do alvinegro caruaruense tem sido bastante requisitado em jogos da quarta divisão nacional

Cido Vieira
Jornalista formado e apaixonado por futebol desde criança. No Torcedores.com desde o ano de 2017, já acumulei diversas funções no site e atualmente me dedico a cobertura do futebol nordestino. No Twitter @cidovieira90.

Crédito: Divulgação - Central

Dono de uma vasta bagagem dentro do futebol brasileiro e internacional, o ex-zagueiro Júnior Baiano conta um enorme prestígio por ter marcado época em grandes clubes do cenário nacional como Palmeiras, Vasco, Flamengo, além de ter defendido a Seleção Brasileira por muitos anos, chegando a disputar  Copa do Mundo de 1998. Tentando emplacar na carreira como técnico após alguns recomeços na função, Júnior tem sido um dos grandes protagonistas na disputa da Série D no que diz respeito ao extra-campo.

À frente do comando técnico do tradicional Central Sport Club, o treinador tem convivido com um ambiente bastante receptivo e de assédio nos cinco primeiros jogos da Patativa no certame. Seja em jogos disputados no Luiz José de Lacerda, o Lacerdão, casa do time alvinegro, ou longe de seus domínios, Júnior Baiano é procurado à beira do campo para tirar fotos, autografar camisas e gravar vídeos. Entre os “tietes” figuram policiais, árbitros, membros de comissões técnicas adversárias e muito mais.

Neste final de semana, o Central ficou em um empate sem gols diante do Sousa, na Paraíba, e o cenário com o treinador do alvinegro de Caruaru não foi diferente. Logo após a partida, o treinador foi questionado pelo repórter Artur Lucena, da rádio Metropolitana FM Caruaru, sobre o assédio neste início de Série D, e se mostrou contente pela receptividade encontrada. Júnior ainda revelou se inspirar em alguns ídolos para ter êxito na carreira como técnico.

“Eu fico feliz quando acontece essas coisas. Eu procuro ser diferente, tenho grandes professores como treinador, pessoas que me espelho, pessoas que eu convivi bastante tempo, é o caso do Zico. Ele é o cara mais simples do mundo, toda a fama que tem, ele para no aeroporto para atender a todos, então eu tenho muitos professores, devo tratar as pessoas bem, e é isso que as pessoas esperam de mim”, pontuou Júnior Baiano, contando ser amistoso com todos, mas ciente do foco profissional no comando da sua equipe.

“Em relação a treinador e as pessoas que estão ali dentro do campo que querem tirar uma foto eu procuro tirar a foto rapidinho e voltar para o meu trabalho, mas eu fico muito feliz de poder tratar todo mundo bem”, disse Júnior Baiano, exaltando ainda nomes como Oswaldo de Oliveira, Joel Santana e Telê Santana, como suas principais referências.

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