A Federação Internacional de Basquete (FIBA) anunciou nesta terça-feira (10) que o Brasil foi escolhido como sede da AmeriCup 2022, a Copa América de Basquete, principal evento de basquete das Américas.
Esta competição será disputada em setembro de 2022 e será o primeiro grande torneio internacional após as Olimpíadas de Tóquio.
Brasil sede: parceira entre CBB e Daniel Alves
A AmeriCup foi trazida pelo brasileiro através de uma parceira entre Confederação Brasileira de Basketball (CBB) e a Holding de marketing esportivo do jogador Daniel Alves, do São Paulo e da seleção brasileira olímpica.
O torneio terá a presença de 12 seleções, todas classificadas através de eliminatórias que foram disputadas em fevereiro deste ano: Brasil, Argentina, Estados Unidos, Canadá, México, República Dominicana, Porto Rico, Venezuela, Uruguai, Panamá, Ilhas Virgens e Colômbia.
Serão quatro cidade-sede neste torneio, as quais ainda não foram definidas pois a organização está fazendo a vistoria das candidatas. No entanto, é provável que São Paulo e Rio de Janeiro sejam cidades-sede da competição e recebam os principais jogos.
Carlos Alves, diretor executivo da FIBA Américas
“É uma honra e um privilégio voltar ao Brasil para a AmeriCup 2022. FIBA e CBB trabalharam juntos por um longo período e agora temos um projeto estruturado e inspirador para levar o evento ao Brasil em setembro do ano que vem.”
“Estou muito feliz com a vinda da AMERICUP para o Brasil. Gosto do esporte e do Basquete e precisamos apoiar iniciativas como essa. Estaremos com os melhores profissionais à frente desse projeto, acredito que seja um grande passo para que o basquete brasileiro esteja nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 – disse o jogador e empresário.”
Guy Peixoto Jr, presidente da Confederação Brasileira de Basquete
“Receber a AMERICUP no Brasil após tanto tempo, e com Seleções fortes e tradicionais como Argentina, Estados Unidos e Canadá, é uma oportunidade única. É a chance de termos jogos de alto nível, de movimentar a modalidade e os fãs no país e também de reforçar nosso trabalho no ciclo de Paris 2024, quando vamos buscar novamente a vaga olímpica. O basquete brasileiro tem uma história vencedora e sabemos da nossa responsabilidade no resgate disso.”

