Ex-Flamengo abre o jogo sobre saída do clube e diz que foi perseguido por dirigente
Atualmente aposentado, ex-Flamengo abriu o jogo sobre saída do clube
Cesar Greco / Agência Palmeiras
Uma das grandes revelações das divisões de base do Flamengo nos últimos anos, o ex-meia Fellype Gabriel deixou o clube sem render um centavo aos cofres rubro-negros.
O ex-jogador, que aposentou em 2018 e passou ainda por Palmeiras, Botafogo, Cruzeiro, entre outros, concedeu entrevista ao Charla Podcast e abriu o jogo sobre sua saída do Flamengo.
Segundo ele, houve perseguição por parte de um dirigente – que ele preferiu não citar -, o que rendeu sua saída gratuita para a Portuguesa em 2009.
“Foi uma situação de salário atrasado. Eu, com 19 anos, a galera estava chateada, eu era o 10 do Flamengo com 19 anos. Fui e perguntei se tinha uma data para pagar os salários, numa educação, sem nada. Senti no olhar da pessoa que ela mudou. Não falou comigo direito no dia seguinte, depois conversando falaram que enquanto eu estivesse lá, não jogava mais. Por bobeira. Hoje eu teria feito de forma diferente, mas minha conta tinha ficado no vermelho, nunca tinha acontecido isso na minha vida. Fui pro Cruzeiro, Portuguesa… Quando eu volto de Portugal, estava voando. O Flamengo sem meia, eu nos treinamentos, mesmo separado, jogava quando o pessoal do jogo não podia. O Andrade veio e perguntou porque eu não jogava… Eu contei. Saí de lá por bobeira, por vaidade. Tentei conversar. O clube me revelou e não ganhou dinheiro comigo.”
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