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Após Ronaldo comprar o Cruzeiro, Rivaldo diz se pode investir em clube brasileiro

Fenômeno se tornou acionista majoritário da Raposa e atitude vem motivando pedidos para outros ex-jogadores

Bruno Romão
25 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: bruno.romao.nascimento@gmail.com

Crédito: Reprodução

Dono de uma grande fortuna, Ronaldo decidiu investir na compra do Cruzeiro, que se tornou clube-empresa. Por conta disso, torcedores de vários times do Brasil pediram para que seus ídolos tivessem a mesma atitude, já que a Raposa pode dar a volta por cima com um grande aporte financeiro. Sendo assim, em sua coluna na “Betfair.net“, Rivaldo falou sobre o assunto e revelou que uma participação no Santa Cruz passou a ser solicitada. Porém, como se encontra nos Estados Unidos, a possibilidade não é analisada no momento.

“Com a chegada do Fenômeno poderá se tornar mais fácil captar patrocínios e assim criar melhores condições para pagar boa parte da enorme dívida com que o clube vem lidando nos últimos anos.  Além disso, o Ronaldo já tem experiência na gestão de clubes pois também comanda o Valladolid da Espanha e só posso desejar que a Raposa tenha sucesso em sua nova etapa junto de um ídolo do clube que com certeza tudo fará para reerguer o time. O Cruzeiro é um clube de topo do Brasil e na América do Sul, e seu lugar é disputando os mais importantes títulos do continente como a Libertadores e o Brasileirão, então, espero que tudo corra pelo melhor”, expressou.

“Hoje, e apesar dos pedidos da torcida do Santa Cruz – onde eu comecei como jogador – que muito me sensibilizam para pegar num clube que é grande e está passando por uma fase menos boa, porém, eu mudei minha vida para os Estados Unidos e estou desfrutando de meu tempo com a família”, completou.

Além disso, Rivaldo recordou sua experiência à frente do Mogi Mirim. Dessa forma, o pentacampeão do mundo apontou que é necessário um grande empenho para administrar um clube de futebol, cenário que é inviável no atual momento da sua vida.

“Eu já tive a experiência de dirigir o Mogi Mirim por oito anos, porém, não podemos comparar as diferenças entre os dois clubes pois lá em Mogi era muito difícil encontrar patrocinadores para um clube com poucos torcedores e disputando uma competição mais fraca, então, foi um período desgastante para mim onde precisei aplicar muitos recursos. Por isso, é difícil eu abraçar um projeto desses, até porque para você estar por dentro de tudo precisa de estar perto e isso não acontece comigo atualmente”, finalizou.

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