Home Futebol Romário revela “mandamentos” que seguiu do pai e conta que possui medo inusitado: “Tenho pavor”

Romário revela “mandamentos” que seguiu do pai e conta que possui medo inusitado: “Tenho pavor”

Baixinho contou detalhes da sua vida antes de se tornar um dos melhores atacantes da história do futebol

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.

Acostumado a encarar marcadores de peso, Romário jamais se intimidou dentro da grande área. Porém, fora dos gramados, o tetracampeão do mundo revelou que um trauma de infância causou um grande medo de cachorros, especialmente os de menor porte. Isso porque ele foi atado, na infância, por três cães, algo que desencadeou um pavor gigantesco no restante da sua vida.

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“Tenho um medo filha da p*** de cachorro, cara. Quando eu tinha 13 anos, fui visitar minha avó no Jacarezinho e dois vira-latas e um pequinês avançaram em mim. Eu respeito os cachorros. Nunca vou fazer mal a eles. Mas tenho pavor. E detalhe: quanto menor o cachorro, mais medo eu tenho. Um pastor alemão? Eu consigo conviver. Mas um Chihuahua? P*** que pariu, me arrebenta…”, disse em carta no “The Players Tribune“.

ROMÁRIO TEVE LIÇÕES IMPORTANTES

Romário também valorizou os “mandamentos” do seu pai. Além de ensinamentos que levou para o resto da vida, o Baixinho também contou com ajuda de Seu Edevair para combater a asma, algo que ajudou em sua paixão pelo futebol.

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“Meu pai tinha cinco mandamentos. Não soltar pipa. Não beber vinho. Não usar drogas. Não deixar ninguém te f ****. E, quando for apertar a mão de alguém, apertar firme e olhar nos olhos dele. Se eu segui todos? Amém (…) Eu tinha asma quando era criança e dormia mal. Como às vezes eu não conseguia dormir à noite, meu pai, pra ver se ajudava em alguma coisa, me pegava numa mão e, na outra, levava uma bola pra gente jogar na linha do trem. Naquela época, a bola já era tudo na minha vida. A gente jogava uns 10, 15 minutos e voltava pra casa 23h, meia-noite… E aí eu dormia que nem uma pedra”, relatou.

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