Home Futebol Ex-Palmeiras fala sobre ausência de Raphael Veiga na seleção brasileira e surpreende: “vai chamar o Veiga para o lugar de quem?”

Ex-Palmeiras fala sobre ausência de Raphael Veiga na seleção brasileira e surpreende: “vai chamar o Veiga para o lugar de quem?”

Meia do Verdão tem sido um dos mais pedidos na seleção brasileira

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016. Radialista na Paiquerê 91,7.

O meia Raphael Veiga, do Palmeiras, é para muitos o jogador mais injustiçado por Tite nas últimas convocações da seleção brasileira. Porém, em entrevista ao jornal Lance!, um ex-companheiro do jogador do Palmeiras e ídolo do Verdão deu opinião diferente.

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O ex-goleiro Fernando Prass concordou com uma fala recente de Tite sobre o camisa 23, de que não teria quem tirar do time para convocá-lo.

“Acho que o Veiga está usando essa ausência para se motivar cada vez mais e acredito que a hora dele vá chegar. Mas assim, é o que o Tite já falou, vai chamar o Veiga para o lugar de quem? Se tu tirar o Paquetá e chamar ele, vai ter gente dizendo que a decisão é absurda. Se tu tirar o Raphinha, vão dizer que é absurdo. Sempre vão haver divergências quando o assunto é seleção brasileira. É impossível agradar todo mundo”, disse Prass.

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O ex-goleiro, que foi multicampeão pelo Palmeiras, porém, disse que Veiga “um dia terá chance”, mas garantiu que “Tite não é burro”.

“O Tite não é burro e não é um cara que não entende de futebol. Todos têm convicções e o Tite sempre teve critério. Acho que o Veiga um dia terá chance, mas falar disso é complicado.”

Prass no Palmeiras

Com passagens de sucesso por Coritiba, União Leiria (POR) e Vasco, Fernando Prass chegou ao Palmeiras em 2013 para a disputa da Série B do Brasileirão e seguiu no clube por sete anos. É considerado um ídolo da torcida especialmente por ter feito parte de todo o ciclo da segunda divisão até a retomada do clube. Foi campeão da Série B, bicampeão da Série A, além de campeão da Copa do Brasil em 2015, tendo marcado o gol de pênalti decisivo na decisão contra o Santos. Foram 268 jogos com a camisa do Verdão, sendo o clube que mais atuou na carreira. Deixou o clube em 2019 e encerrou a carreira como titular do Ceará em 2020.

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