O Atlético-MG só volta a campo na próxima quarta-feira (28), quando encara o Palmeiras, no Mineirão, com dez dias de intervalo desde a derrota para o Avaí, em Florianópolis. A expectativa não só da torcida, mas também da diretoria, é que o time melhore até o confronto com o Verdão e siga na busca por uma vaga na Libertadores.
Prova disso é que o diretor de futebol, Rodrigo Caetano, admitiu que a ideia é que o time “junte os cacos” visando o duelo com o Palmeiras.
“É usar da melhor forma esses 10 dias dolorosos que teremos pela frente, doídos mesmo, mas a vida é assim. As cicatrizes dessas derrotas, e da forma como somos derrotados, elas vão servir para a gente sempre olhar para elas e servir de aprendizado para não deixar mais acontecer. É o que nos resta. Juntar os cacos e trabalhar”, disse o dirigente do Atlético-MG em coletiva.
“Por isso que nós estamos aqui. Quem tem que falar somos nós. Os atletas falam menos. Nosso papel aqui é proteger o todo. Nós só teremos uma sequência de vitórias se estivermos muito unidos.”
Dirigente admite que Galo fez pouco na temporada
Rodrigo Caetano admitiu que a temporada do Atlético-MG sequer chegou perto do esperado. Ele disse que “é muito pouco” pelo investimento feito para 2022.
“É pouco. É pouco pelo investimento. É pouco pelas condições que nos são dadas. Pela torcida que temos, é pouco pelo que o elenco, comissão técnica já conquistaram. É muito pouco. São vários aspectos”, apontou o diretor do Galo.
“Não dá para resumir em apenas um. É dizer para o nosso torcedor que vamos trabalhar muito mais, além do que fazemos. Vamos conversar muito, fazer muitas reuniões internas, fazer os ajustes.”

