O Atlético-MG já dá passos para definir seu futuro. Segundo publicação do Globoesporte.com, o clube já trabalha para que o Conselho dê a aprovação em dezembro para a Sociedade Anônima do Futebol (SAF), sendo esse o último passo para a transformação em clube-empresa conforme a Lei 14.193/21. O caminho é tratado internamente no Atlético-MG como “natural e inevitável”, visto que mesmo sem a aprovação, a diretoria já troca documentos com investidores que podem comprar a SAF do clube.
Atlético-MG visa vender SAF do clube por valor bilionário
A venda da SAF do Bahia ao Grupo City por R$ 1 bilhão em equivalência a 90% do clube animou o Galo. A ideia é vender a SAF por mais que isso e receber o aporte de forma mais rápida que o Bahia, que terá o valor do Grupo City em um espaço de 15 anos. Segundo publicações recentes do Superesportes e do jornal O Tempo, os dois grandes grupos interessados no clube são o Qatar Sports, dono do PSG, e o Fenway Sports, dono do Liverpool. A avaliação do clube é receber mais de R$ 2 bilhões pela venda da SAF.
Em entrevista ao Superesportes no mês de setembro, Bruno Muzzi, CEO do Atlético-MG, detalhou o processo da SAF do Atlético-MG.
“A SAF é um caminho que está sendo perseguido. (…) Já contactamos diversos investidores mundo afora. Foram mais de 130 investidores contactados”, disse o dirigente do Galo.
“Já deu uma peneirada. A gente tem ali entre 15 e 20 acordos de confidencialidade assinados, e empresas avaliando a oportunidade antes de assinar um acordo, mas que deram resposta (…) Estamos com todo dever de casa pronto: já contactamos, temos NDA’s (acordos de confidencialidade) assinados, temos trocas de informações. Não tem propostas. Tem conversas evoluindo. Não tem data, não tem tipo de fundo, não tem nada definido. O processo ainda fecha, vai afunilando.”

