A maior dívida trabalhista do Vasco é do ex-volante Wendel, que atuou no clube entre 2012 e o início de 2014, e que está no Regime Centralizado de Execuções do clube, que segundo o Globoesporte.com completa um ano neste mês. O jogador cobra do Vasco um valor na casa dos R$ 11,4 milhões, mas o valor deve subir.
Isso porque o Vasco foi condenado por uma ação movida por Wendel em 2014, em que deve pagar sobre atraso de salários, férias, e depósitos em FGTS. Porém, ainda não há conclusão e, neste momento, está em fase executória. Existe atualmente uma discussão sobre o cálculo final, segundo publicou o Globoesporte.com, que em fevereiro de 2021, segundo a juíza da 68ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, subiu para R$ 14,7 milhões. Nesta semana, entretanto, o valor subiu e atualmente é de R$ 16,5 milhões que o Vasco deve pagar a Wendel.
Representante de Wendel esclareceu caso
Também ao Globoesporte.com, o advogado Marcus Vinicius Miranda Fernandes, representante de Wendel no caso, disse que o jogador tem carinho pelo clube e não quer prejudicar a instituição.
“O que a gente pretende não é prejudicar o Vasco. O Wendel tem muito carinho pelo clube. Não teve uma passagem muito boa, mas deixou muitos amigos”, disse Fernandes.
“Nossa ideia é receber. Não é interessante para o clube uma dívida desse tamanho porque vira uma bola de neve, os juros são de R$ 200 mil por mês.”
O atleta, que defendeu o Cruzeiro no início da carreira, passou por Santos, Bordeaux, Al Ittihad e Al Shabab, até chegar ao Vasco em 2012. Ele ficou no clube por duas temporadas completas, com 72 jogos e dois gols marcados. Ele passou ainda Sport, Goiás, Ponte Preta e Náutico, onde encerrou a carreira em 2018.

