De forma discreta e com os pés no chão, o Atlético age no mercado em busca de bons reforços. Além de resolver chegadas e saídas, o clube ainda lida com aqueles que retornam de empréstimo. A princípio, dois destes não estão nos planos do Galo para 2023. Claro, tudo pode mudar dependendo da avaliação do próximo treinador. A informação é do portal Fala Galo.
O primeiro é Hyoran, que estava no Red Bull Bragantino e não foi adquirido pelo Massa Bruta. Havia uma grande expectativa que ele pudesse permanecer na equipe de Bragança Paulista. Este, inclusive, era o desejo do próximo jogador, mas foi devolvido.
Para ficar em definitivo com o meia, o Red Bull Bragantino precisaria pagar R$ 7,5 milhões, sendo abatido o valor de R$ 500 mil, que foi pago no ato do empréstimo.
Por outro lado, Nathan, cedido ao Fluminense conta com a aprovação de Fernando Diniz. No entanto, o valor da opção para exercer a compra (5 milhões de euros) pesa no bolso dos cariocas. A tendência é que o Tricolor entre em contato com o Atlético tentando a prorrogação do empréstimo.
Diretor do Atlético se irrita com pergunta sobre Gallardo
Executivo de futebol do Galo, Rodrigo Caetano não gostou quando foi perguntado sobre o nível de treinador que o clube teria em 2023. A maneira como a questão foi formula deixou o dirigente incomodado.
“Você sabe quanto que cobra um Marcelo Gallardo no River? Você acha que mesmo não conseguindo contratar o Marcelo Gallardo eu não faça contato? Essa é a minha função, minha profissão, mas aí que está o nível de expectativa/realidade. Mesmo na forma de respeitar o Gallardo e Bielsa, eu também tenho com o Odair Helmann. Você fez uma distinção e eu não faço isso. São grandes profissionais dentro da sua realidade e histórico”, inicia Caetano.
“Gallardo não pretende trabalhar nos próximos seis meses e vai para a Europa. São essas coisas que às vezes chega um outro nome aqui com o rótulo de que não é treinador para o Galo. Eu gostaria de usar como exemplo alguns clubes que tiveram mais sucesso que nós neste ano de 2022. Você me faria essa pergunta se se citasse o Dorival Júnior, que é o campeão da Copa do Brasil e Libertadores. Certamente, outro nome vice-campeão brasileiro você me faria a mesma pergunta. Se eu estivesse aqui falando de Mano Menezes seria a mesma coisa”, completou o dirigente.
“É uma coisa que me preocupa, pois bons treinadores chegam aqui já com nível de rejeição, como se não fossem merecedores de realizar o seu trabalho”, finaliza.

