Após três anos na Globo, PVC decidiu deixar a empresa para fazer parte do Paramount+. Ainda que tenha feito parte de uma das maiores empresas de comunicação do mundo, o jornalista deixou claro que o cenário em questão nunca foi traçado como objetivo. Apesar disso, o período na emissora foi valorizado, tendo em vista a oportunidade de atingir um maior público e trabalhar na Copa do Mundo.
“Nunca foi um objetivo de vida trabalhar na Globo, mas é uma hora trabalhar na Globo. Me deu uma série de oportunidades como cobrir a Copa do Mundo. Se você pensar nas últimas cinco Copas do Mundo, quem esteve em cabine de transmissão em finais de Copa, em todos os canais da TV, foi só o Galvão Bueno e eu. É genial isso e a Globo me proporcionou“, disse ao Flow Sport Club.
Seduzido pela oferta do Paramount+; PVC acredita em um crescimento do serviço de streaming no Brasil. Além disso, a oportunidade de ficar perto da família e cobrir a Libertadores acabaram motivando a decisão do jornalista, que se juntou a João Guilherme e Nivaldo Prieto.
“Neste momento, eu entendi que teve uma oportunidade de mercado de apostar em um caminho que vai me levar para o local do crime. Saí do momento que eu estava com visibilidade. Ponderei na questão familiar. Fiquei seis anos e meio no Rio com minha família morando em São Paulo. Tem a circunstância de ir pro local do crime e ir fazer Libertadores”, contou.
“O Paramount+ vai crescer e vai fazer muita coisa legal. Para que serve um jornalista no local do crime? Ver a prova do crime. Falar com as pessoas. A gente esquece que é repórter, eu sou um comentarista-repórter. É legal a capacidade de ouvir histórias.”, completou.

