Insatisfeito com o trabalho de Marcos Braz no Flamengo, Renato Maurício Prado sugeriu que o vice-presidente de futebol seja desligado. Considerando que o dirigente não vem realizando um bom papel no comando da pasta, o jornalista sugeriu a chegada de Leonardo, que possui experiência em Milan e PSG. Neste cenário, a contratação ajudaria para que o setor da diretoria fosse profissionalizado e tivesse uma evolução.
“Primeira coisa que essa diretoria tinha que fazer, se tivesse pulso e entendesse do ramo, era tirar o Marcos Braz. Agradecia tudo que ele fez, mas ele é o principal responsável pelo vexame no Mundial. Cabia a ele fazer uma preparação adequada e fazer o time voltar de férias antes de acabar 60 dias e se preparar adequadamente (…) Todos os (últimos) oito técnicos foram escolhidos pelo Braz e o único que ele acertou foi o Jorge Jesus, que foi uma baita sorte.“, disse RMP em live do UOL Esporte.
“O Flamengo deveria trocar o Marcos Braz e contratar um executivo profissional de futebol. Chama o Leonardo, que já foi executivo do PSG e do Milan. Conhece o Flamengo. Ou traz um outro cara espanhol, português… entrega a chave do futebol pra ele. Hoje em dia, o Braz está preocupado com sua carreira política e em fazer promessas mirabolantes. Não se elegeu como deputado federal, não contratou ninguém e o Flamengo pagou esse mico monstruoso. A mudança tem que começar na diretoria, mas eu duvido que isso vai acontecer.”, completou.
Logo depois, Renato Maurício Prado projetou que Jorge Jesus, caso Vítor Pereira seja demitido, não será procurado pelo Flamengo. Isso porque a gestão de Rodolfo Landim ainda estaria guardando mágoa pelo rompimento contratual para seu retorno ao Benfica. Dessa forma, o comunicador apoiou a decisão, já que o português estava se sentindo inseguro em meio à pandemia.
“O Jorge Jesus disse para mim que queria voltar. Basta o Flamengo procurar. Procuraram? Coisa nenhuma. Se forem mandar o Vítor Pereira embora, duvido que vão buscar o Mister. São orgulhosos e se sentiram traídos pelo Mister quando, no meio de uma pandemia, um homem de 60 e tantos anos, resolveu voltar para a terra dele.”, relatou.

