Home Futebol Cobiçado pelo Flamengo, Tite “esnobou” duas seleções e esteve perto de dirigir Neymar no Al Hilal

Cobiçado pelo Flamengo, Tite “esnobou” duas seleções e esteve perto de dirigir Neymar no Al Hilal

Treinador não quis assumir times nacionais que não estão no mesmo patamar do Brasil

Por Bruno Romão em 26/09/2023 19:29 - Atualizado há 3 anos

Lucas Figueiredo/CBF

Pregando cautela para definir seu futuro, Tite recebeu uma série de sondagens e investidas ao longo do ano. Durante o programa Seleção SporTV, André Rizek revelou que o técnico optou por recusar o cenário de assumir Equador e Coreia do Sul, projetos que não foram vistos como atrativos para a sequência da carreira.

Sem opções na Europa, Tite ficou perto de dirigir o Al Hilal. De acordo com Alexandre Lozetti, houve um acerto nos bastidores e o estafe do técnico desembarcou na Arábia Saudita para conhecer o local do trabalho, mas o negócio melou e Jorge Jesus, algum tempo depois, foi contratado para estar à frente do vestiário que contém Neymar e outras estrelas.

“Ele recusou, esse ano, proposta da seleção do Equador, da Coreia do Sul, queria ir para a Arábia e ficou frustrado porque não teve proposta da Europa.”, contou Rizek.

“Os planos da comissão técnica do Tite e das pessoas que trabalham com ele era sair do Brasil. Simplesmente a oportunidade não apareceu, a não ser o Al Hilal. Eles tinham tudo certo, viajaram, viram casa, onde morar, conheceram o clube. Mas, a partir do momento que o governo assumiu uma porcentagem majoritária do clube, resolveram contratar o Jorge Jesus.”, informou Lozetti.

Seguindo livre no mercado, Tite virou alvo do Flamengo para substituir Sampaoli. Apesar do plano de aceitar um projeto apenas visando a próxima temporada, Rizek lembrou que o ex-comandante da seleção pode repetir a mesma decisão no momento em que assumiu o Corinthians, em 2010, clube em que fez história.

“O Tite assumiu o Corinthians em 2010 no meio do ano. O Mano Menezes foi para a seleção e ele assumiu o Corinthians entendendo que era um trabalho de preparação para o ano seguinte, em que foi campeão brasileiro, depois da América e do mundo.“, recordou Rizek.

Alexandre Lozett
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