Home Futebol Mauro Cezar detona o Flamengo após título do Fluminense na Libertadores: “Time abananado”

Mauro Cezar detona o Flamengo após título do Fluminense na Libertadores: “Time abananado”

Jornalista mencionou o vice na Copa do Brasil e fez questão de disparar contra a diretoria do clube rubro-negra

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.
Mauro Cezar detona o Flamengo após título do Fluminense na Libertadores: “Time abananado”

Reprodução

Desbancando o Boca Juniors no Maracanã, o Fluminense conquistou um título histórico. Ainda que o trauma de 2008 tivesse deixado os torcedores aflitos, John Kennedy saiu do banco para ser o grande herói na final da Libertadores, algo que rendeu uma conquista inédita para o Tricolor das Laranjeiras.

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Neste cenário, Mauro Cezar lembrou que o Flamengo poderia “coroar” um ano de domínio dos times cariocas. Isso porque o Botafogo se encontra na liderança do Brasileirão e com grandes chances de vencer o campeonato nacional. Porém, a situação ficou apenas no campo da projeção, já que o São Paulo faturou a Copa do Brasil e aumentou a lista de fracassos do Rubro-Negro em 2023.

“Futebol do Rio de Janeiro é campeão da Libertadores por dois anos consecutivos. Inédito! E um time do Rio de Janeiro ainda lidera o Brasileirão. Só não é campeão da Copa do Brasil porque o Flamengo é um time abananado. Com uma diretoria que não se impõe. Pífio!“, escreveu.

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Sobre o título do Fluminense, Mauro Cezar destacou o futebol pragmático na final, mas não considera que a situação prejudicou a equipe. Como o Boca Juniors estava do outro lado, Fernando Diniz precisou de cautela para não subestimar os argentinos.

“Fluminense foi mais pragmático do que o habitual. Mesmo deixando a bola por muito tempo com o Boca no segundo tempo. E isso é um elogio, Diniz não pode ser refém das suas ‘convicções’. Ninguém deve. Por uma simples razão, todos nós podemos nos achar certos estando errados.”, afirmou.

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