Home Extracampo Saiba quanto o Corinthians vai pagar por ano para quitar dívida com a Caixa

Saiba quanto o Corinthians vai pagar por ano para quitar dívida com a Caixa

Timão tentou negociar o pagamento da Neo Química Arena com o banco público, mas recebeu a resposta negativa e agora pretende reiniciar as tratativas

Por Matheus Camargo em 15/02/2024 10:35 - Atualizado há 2 anos

Neo Química Arena, estádio do Corinthians. (Créditos: Ricardo Moreira/Getty Images)

O Corinthians prevê pagar R$ 75 milhões por ano à Caixa Econômica Federal após receber a negativa do banco público na tentativa de renegociar a dívida pela Neo Química Arena.

A informação foi publicada pelo jornalista Rodrigo Mattos, em sua coluna no UOL Esporte. A nova gestão do clube não vai recorrer da resposta da Caixa e vai iniciar as conversas do zero.

A proposta feita e recusada foi ainda da gestão anterior, comandada por Duilio Monteiro Alves. A dívida do Corinthians com a Caixa Econômica Federal é de R$ 706 milhões pelo financiamento do estádio, que foi construído em Itaquera para a Copa do Mundo 2014.

A Caixa foi o banco intermediador e garantidor, já que o dinheiro era do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

A proposta da Renovação e Transparência, que esteve no comando do Corinthians até 2023, à Caixa, foi de quitar a Neo Química Arena com títulos de Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS).

O Alvinegro ainda tinha a previsão de ceder os naming rights que seriam recebidos. A gestão de Duilio Monteiro Alves só voltou a pagar o estádio em 2023.

Proposta do Corinthians recusada pela Caixa

A possibilidade foi recusada pelo banco estatal no último dia 9 de fevereiro, sexta-feira, após considerar a ideia inviável.

A diretoria do Corinthians entendeu que a Caixa “dificilmente aceitaria” a proposta, já que isso iria criar “uma jurisprudência e geraria uma corrida para os títulos citados acima”. Qualquer devedor da Caixa poderia realizar o mesmo para quitar os valores.

O crédito ainda deixaria de ser habitacional e iria virar de pessoa jurídica, o que seria outro fato a se tornar inviável a oferta. A transferência do naming rights para a Caixa ainda seria improvável, já que isso não pertence ao clube, mas ao fundo da arena.

Exit mobile version