Home Futebol Casagrande prevê dois “sucessores” de Neymar na seleção brasileira: “Não fez nada”

Casagrande prevê dois “sucessores” de Neymar na seleção brasileira: “Não fez nada”

Comentarista acredita que jovens de grande potencial podem alcançar status de ídolo do futebol nacional

Bruno Romão
26 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: [email protected]
Neymar Júnior.

Neymar celebra gol pelo Brasil nas Eliminatórias ((Vitor Silva/CBF)

Como o ciclo de Neymar na seleção está próximo do fim, Casagrande apontou que Endrick e Vitor Roque podem assumir o “trono” do camisa 10. Apesar que os dois atacantes sequer sejam titulares vestindo a camisa do Brasil, o ex-jogador se encontra confiante de que o sucesso em questão será alcançado em campo.

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Presente no Barcelona, Vitor Roque será rival, em breve, de Endrick, contratado pelo Real Madrid junto ao Palmeiras. Por conta do aspecto goleador no futebol de ambos, Casagrande vê brecha para um sentimento de idolatria em relação aos jovens.

“Eu acho que o Endrick é um grande candidato, o Vitor Roque também é um grande candidato. Nem sempre aquele que é melhor jogador são os ídolos. Os ídolos, na maioria das vezes, são aqueles que fazem mais gols. Dificilmente vai ter um Ronaldo, que fazia um monte de gols e jogava pra cacete.”, disse Casão ao canal “Futeboteco“.

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“Mas o Endrick e o Vitor Roque estão desenvolvendo. Um vai estar no Real Madrid, e o outro no Barcelona. Os dois são jovens.”, completou.

Currículo de Neymar na seleção brasileira

Mesmo com Neymar sendo o maior artilheiro da história da seleção, Casagrande lembrou que o currículo de títulos no Brasil é bastante discreto. Neste cenário, o ex-jogador não teve papas na língua ao descrever o atual legado do craque na equipe nacional.

“A seleção brasileira está em uma fase de reformulação, vão surgir novos jogadores e criar novos ídolos. O Neymar não é ídolo para um monte de gente ainda? O Neymar não fez nada na seleção brasileira, gente.”

“Ele ganhou uma Copa das Confederações, que não existe mais… a Copa América que ele não jogou, o Brasil ganhou. Não conseguiu (título) em três Copas do Mundo… mas foi um cara muito acima da média até sair do Barcelona. Depois que foi para o PSG, foi um declínio.”, sinalizou.

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