Home Futebol Ex-presidente do Vasco explica contrato com 777 Partners: “Única que aceitou” 

Ex-presidente do Vasco explica contrato com 777 Partners: “Única que aceitou” 

Dirigente que viabilizou venda da SAF do Gigante da Colina para americanos justifica escolha por grupo ‘antagonista’ de atual diretoria

Victor Martins
De Santo André-SP, formado em Jornalismo pela Unversidade Metodista de São Paulo (classe de 2010-13), trabalhando no Torcedores desde janeiro de 2016 (ou algo neste sentido). Iniciado na profissão desde meados de 2006, ao fazer a cobertura da Copa do Mundo da Alemanha para o site Abolanet. cobrindo jogos e os destaques de algumas seleções durante o evento, e posteriormente trabalhando neste até cerca de 2007. Entre os anos de 2008 e 2015, trabalhei para uma agência de notícias que produziu conteúdo para diversas páginas. Destas, principalmente a da Federação Paulista de Futebol, fazendo serviços de placar ao vivo das mais diversas competições (nacionais e internacionais) e serviços de pós-jogo focados nos clubes de São Paulo Desde 2016 venho trabalhando no Torcedores, onde venho desempenhando uma série de funções dentro do site, como setorista de clubes do futebol brasileiro e de outros esportes (MMA), além de trabalhar em várias partes do organograma da página. Atualmente, exerço trabalho na cobertura de futebol nacional e internacional, com a criação de matérias sobre clubes e jogadores, além de produção de guias de TV (onde assistir aos jogos) das partidas dos mais variados torneios no Brasil e no mundo
Jorge Salgado

Jorge Salgado defende venda da SAF para a 777 (Foto: Rafael Ribeiro / Vasco)

Foi com Jorge Salgado como presidente em que o Vasco criou sua SAF e a negociou com a 777 Partners, a qual a atual diretoria do clube busca tirar do controle acionário do futebol depois de rusgas internas entre as partes e polêmicas envolvendo o grupo de investidores vindos dos EUA.

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E, diante de tal cenário, o antecessor de Pedrinho decidiu defender a venda do futebol do Gigante da Colina para o grupo de investidores americanos. Em suas rede sociais, o ex-presidente vascaíno deu várias explicações sobre o acordo assinado com a empresa e defendeu o acerto com esta.

Nas palavras de Salgado, o acerto com a 777 aconteceu porque a empresa americana teria sido a única a ter concordado com todas as condições colocadas pelo Vasco (sete ao todo) para poder conversar e conseguir fazer a proposta de aquisição dos 70% da SAF cruzmaltina.

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“A 777 foi a única que aceitou as premissas básicas, avançou nas negociações e fez uma oferta completa”, disse o dirigente.

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Ao GE, em outubro de 2023, Jorge Salgado revelou que havia outros interessados pela SAF vascaína, entre eles o Grupo City (este que, mais tarde, comprou o Bahia), mas estes ou desistiram ou não teriam se interessado pelos termos impostos pelos dirigentes do clube de São Januário para a negociação.

Em outro momento da mensagem, Salgado se referiu também à ‘guerra fratricida, que estaria ‘corroendo o Vasco por dentro e destruindo sua imagem’ como fator que o fez decidir por vender a SAF e defendeu todo o processo do acordo, pedindo que os contratos sejam disponibilizados publicamente.

“Não tenho nada contra (abrir os contratos da SAF), até porque, seria bom e acabaria com narrativas politiqueiras e maldosas”, declarou.

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