Home Futebol Casagrande aponta “gênio da bola” que transformou camisa no Brasil: “História forte” 

Casagrande aponta “gênio da bola” que transformou camisa no Brasil: “História forte” 

Comentarista fez questão de elogiar legado que merece ampla valorização dentro do futebol nacional

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.
Casagrande aponta “gênio da bola” que transformou camisa no Brasil: “História forte” 

Casagrande, em entrevista à ESPN (Reprodução)

Casagrande avalia que, dentro do Corinthians, a camisa 8 possui uma história mais forte em relação ao número 10. Reagindo à troca envolvendo Memphis Depay e Garro, o ex-jogador destacou o legado vindo de Sócrates e Basílio. Neste cenário, o status de “gênio da bola”, que ganhou ainda mais importância através da Democracia Corintiana, também foi incluída no discurso.

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“A (camisa) 8 do Corinthians criou uma história muito mais forte e rica que a (camisa) 10 do Corinthians. Claro que a 10 foi do Rivellino, Neto, Edilson… teve jogadores históricos. Mas a 8 foi aquela que quebrou o tabu nas costas do Basílio, em 77.”, disse Casão, no UOL News.

“Depois, ela se transformou na 8 do Sócrates na Democracia Corintiana. Um dos maiores jogadores da história do futebol mundial, um gênio da bola. É uma cultura acima da média. A camisa 8 é importante.”, acrescentou.

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Casagrande vê “absurdo” no Corinthians

Na visão de Casagrande, a cláusula contratual que fez Garro mudar de número é um completo absurdo. Levando em conta que Memphis Depay não se importou com o dono da camisa 10, o comentarista reprovou o processo que trouxe uma grande polêmica no Corinthians.

“O que incomodou o Garro foi ter sido uma cláusula de contrato. O jogador nem sabe quem é o 10 do time, nunca jogou com o cara e já chegou com uma cláusula que ele quer a camisa daquele cara. Isso não pegou bem. Se chega e faz uma reunião, e faz uma festa com as duas, seria mais aceitável. Ele foi obrigado, não teve que escolher. Eu acho isso um absurdo.”, opinou.

Garro admite incômodo no Corinthians

Apesar da festa em torno da camisa 8, Rodrigo Garro não esconde que ficou chateado ao perder o número 10. Como a situação está incluída no contrato de Memphis Depay, o argentino teve que aceitar a mudança.

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“Se o clube vê algum tipo de benefício e achou que era o ideal neste momento, a mim cabe respeitar. Como já repeti aqui, não foi uma situação que me agradou, porque estaria mentindo e eu não gosto de mentir.”, externou.

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