Mauro Cezar na UOL (Reprodução)
A vitória do Palmeiras sobre o Fluminense pelo Campeonato Brasileiro terminou cercada por debates sobre arbitragem. Um dos principais pontos discutidos foi o pênalti assinalado ainda no primeiro tempo da partida, envolvendo o atacante Vitor Roque. Após o jogo, o jornalista Mauro Cezar Pereira comentou o episódio e discordou da decisão tomada em campo.
Durante participação no programa “Bate-Pronto”, da Rádio Jovem Pan, o comentarista analisou a jogada e afirmou que, na visão dele, o atacante palmeirense teria provocado o contato com o goleiro Fábio dentro da área. O lance ocorreu nos minutos iniciais do confronto e resultou na penalidade que ajudou a definir o rumo do jogo.
“O Fluminense só perdeu o jogo porque deram um pênalti inexistente para o Palmeiras no início da partida. Se não, não teria perdido. O choque acontece porque o Vitor Roque se joga. Ele busca o contato. Aliás, ele é muito bom nisso, um dos melhores cavadores de pênaltis do futebol brasileiro. Sabe como fazer”, declarou o jornalista durante a análise.
Jogada aconteceu aos 15 minutos e influenciou o andamento da partida
O episódio aconteceu quando o cronômetro marcava cerca de 15 minutos da etapa inicial. Na disputa dentro da área, Vitor Roque caiu após a aproximação do goleiro Fábio, e o árbitro marcou a infração imediatamente. A decisão abriu espaço para discussões entre comentaristas e torcedores logo após o término da partida.
Segundo Mauro Cezar, a interpretação da arbitragem foi equivocada. Ele também afirmou que situações semelhantes costumam gerar confusão por causa da forma como os árbitros avaliam o contato físico em lances ofensivos.
“Os árbitros são meio que ingênuos, bobos, foi nada. Pênalti à brasileira. Mas estavam reclamando que não estavam marcando pênaltis, então está aí. O Fluminense foi melhor no jogo. Fez uma ótima partida. Acho que a equipe merecia uma melhor sorte ontem”, afirmou.
Outro erro do jogo foi que o Palmeiras deu a saída de bola no começo dos dois tempos do jogo.

