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Presidente do Bahia projeta finanças dos clubes: “Se sustentam por três meses”

Prevendo os próximos meses na gestão esportiva, o presidente do Bahia projetou o rombo financeiro devido ao coronavírus

Luis Fernando Filho
Jornalista formado, 23 anos, e fanático pelo futebol bem jogado para além das quatro linhas.

Crédito: E.C BAHIA

O presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, comentou sobre os efeitos do coronavírus dentro do clube baiano. O mandatário falou das dificuldades financeiras nesses novos tempos.

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Com a pauta principal, o coronavírus, o presidente do Bahia afirmou que os clubes brasileiros conseguem manter apenas três meses de funcionamento, se o atual cenário da pandemia persistir.

“É um momento apreensivo, primeiro no país. Não é hora de pensar apenas no futebol. A gente tem que pensar em como participar intensamente deste momento para ajudar o país a superar essa fase difícil, mas que eu tenho certeza que será superada. A gente tem discutido na Comissão Nacional de Clubes diversas necessidades de ajustes de calendários, de modelos de competições, de contratos, por conta de uma série de impactos que o futebol vai sofrer. O objetivo é passar desta fase o menos enfraquecido possível”, disse o dirigente.

Além disso, boa parte dos clubes brasileiros terão queda na arrecadação, principalmente em bilheterias, o que obriga as instituições a repensarem o cronograma nos próximos meses.

Presidente do Bahia fala das consequências aos clubes menores

Os estaduais, por exemplo, estão suspensos. A Copa do Nordeste e o Campeonato Baiano, duas competições que o Bahia vem jogando, também sofrem com o coronavírus.

Dessa forma, o presidente do Bahia alertou para a necessidade da tomada de soluções conjuntas para que os clubes menores não sofram ainda mais as consequências.

“Quanto mais a gente dividir experiências e propor soluções, mais facilmente a gente vai superar este obstáculo em todo o país e também no futebol. Está claro que é um momento atípico para qualquer clube que se planeje bem. A gente tem que se ajustar Se a gente considerar que os contratos de TV vão ser mantidos na integridade, se considerarmos pouca evasão de sócios e manutenção de patrocinadores, um clube pode se sustentar por dois ou três meses. Se um clube tem uma rede de sustentação mais frágil, ele não aguenta nem 30 dias na atual situação”, afirmou.

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