Após ser preso por violência doméstica, duas ex-alunas de LSU acusam Derrius Guice de estupro

Running back, que foi preso no começo de agosto e cortado pelo Washington Football Team, Derrius Guice foi selecionado Draft NFL 2018

Willian Ferreira
Colaborador do Torcedores.com e contador de histórias do esporte.

Crédito: Twitter/Reprodução

Mais um atleta da National Football League (NFL) se vê envolto em problemas com a justiça. Na realidade, ao menos por, ora, um ex-atleta. Derrius Guice, running back que foi cortado do elenco do Washington Football Team para a temporada 2020, foi acusado de estupro por duas ex-estudantes da Louisiana State University. O atleta jogou no LSU Tigers nos tempos de National Collegiate Athletic Association (NCAA), na faculdade.

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As acusações contra Derrius Guice foram reveladas no USA Today, jornal com cobertura nacional nos EUA. Elas não prestaram queixa à polícia, de acordo com a reportagem, mas compartilharam o relato com dois treinadores, um administrador e uma enfermeira da faculdade. Elas também declararam que não houve investigação por parte de LSU envolvendo o caso Derrius Guice.

Essa é a segunda acusação contra Derrius Guice no período de free agency. No começo de agosto, ele foi preso após acusações de violência doméstica. A dispensa do Washington Football Team aconteceu horas depois da detenção.

Defesa

Por meio de um advogado, Derrius Guice se defendeu. “Em nenhum momento foram feitas alegações de agressão física ou sexual durante anos como estudante-atleta na LSU. Trazer tais afirmações somente depois que as acusações da Virgínia foram iniciadas certamente põe em questão a credibilidade, natureza e oportunidade do que está sendo alegado s anos depois”, destacou Peter Greenspun, profissional que defende Derrius Guice.

A faculdade envolvida no caso Derrius Guice também se defendeu. “A LSU e a LSU Athletics levam todas as acusações de agressão sexual com a maior seriedade. As reclamações formais são prontamente e totalmente investigadas. Os direitos e privacidade dos alunos são protegidos conforme estipulado pela Lei dos Direitos Educacionais e da Privacidade da Família. Os reclamantes também são fortemente encorajados a denunciar o crime às autoridades policiais. Recebem informações sobre cuidados de saúde, aconselhamento e medidas de suporte disponíveis”, finalizou o comunicado.

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