Ferreira ironiza quem o chamava de “peladeiro” e discorda de Ramírez sobre comemoração perto do banco rival: “Não direcionei”

No dia seguinte ao título do Grêmio, Ferreira concedeu entrevista ao Globo Esporte da RBSTV

Eduardo Caspary
Jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014. Dupla Gre-Nal.

Crédito: Foto: Reprodução/RBSTV

Eleito melhor jogador do campeonato, com direito a gol na final e protagonista direto do título do Grêmio – o quarto seguido no Gauchão. Predicados importantes de um jogador que, hoje, já enche o peito para rebater todos aqueles que o chamavam, no início da carreira, de “peladeiro”. Este é Ferreira, grande nome do tricolor atualmente e personagem de entrevista do Globo Esporte, da RBSTV, nesta segunda.

“Eu fui criticado muito pesado por alguns jornalistas que falaram que eu era peladeiro, que não tinha perfil para jogar no Grêmio. Essa é uma resposta a eles, mostrei dentro de campo. Olha o peladeiro aí”, declarou.

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A polêmica comemoração de Ferreira no Gre-Nal

Após marcar o gol gremista no primeiro tempo do empate em 1×1 neste domingo, na Arena, Ferreirinha – como é chamado carinhosamente no elenco – vibrou na reta final do jogo ao cortar uma bola que iria para a área gremista. E vibrou bastante bem em frente ao banco do Inter, que não gostou da atitude. Nesta entrevista de hoje, o gremista se explicou:

“Não necessariamente na frente deles, mas eu acho que era a emoção da partida ali. Eu não faltei com respeito a ninguém, até porque não me direcionei a ninguém, mas infelizmente eu estava na frente do banco deles. Eles entenderam de outra forma, mas também em seguida eu já saí do bolo ali. Em Gre-Nal tudo se vê como provocação, mas eu pedi desculpa depois. Faz parte”, acrescentou.

O treinador colorado Miguel Ángel Ramírez, em sua coletiva pós-jogo, negou que o Inter tenha apresentado algum tipo de “falta de controle” no Gre-Nal e reclamou desta atitude de Ferreira e também de Rafinha, que teria “agredido” Yuri Alberto em um lance antes de ambos serem expulsos:

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“Nenhum dos meus jogadores começou confusão. Rafinha agrediu o Yuri. Depois Ferreira gritou para o nosso banco. Eu quero que minha equipe seja superior no jogo, não na briga e na lábia. Não gosto disso”, garantiu o comandante do Inter.

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