Nilton Santos tem prejuízo e Botafogo espera chance para vender ‘naming rights’

Em 2020, empresa que administra o estádio do Glorioso postou déficit com queda de receitas das partidas

Victor Martins
Um homem que acredita ser jornalista, escritor e 'chato'. Decidam vocês qual será a opção escolhida.Formado na Universidade Metodista de São Paulo. No Torcedores desde 2016 ou algo parecido.

Crédito: Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo.

O Botafogo vive uma crise financeira que vem prejudicando bastante o clube de várias maneiras. E um dos fatores que poderia amenizar os cofres vazios, o estádio Nílton Santos, também sofreu com a perda de receitas por causa da pandemia do coronavírus.

Conheça a 1xBet:

Um novo jeito de fazer sua aposta esportiva!

De acordo com o Globoesporte.com, a Companhia Botafogo, empresa criada para administrar o estádio, divulgou seu balanço financeiro indicando que as receitas com o Nilton Santos caíram pela metade no último ano. O prejuizo está estimado em R$ 3,4 milhões, com dívidas que chegam aos R$ 34 milhões.

A queda nas receitas com o estádio botafoguense em 2000 foram de R$ 5,1 milhões, uma queda brusca em relação aos R$ 11 milhões arrecadados com o estádio em 2019. Todas as principais fontes de receitas da arena, como locação, camarotes e estacionamento, caíram com a falta de público nos estádios.

Para tentar reverter tal tendência, o Botafogo sonha em arranjar uma fonte de receitas que compense a queda de arrecadação no estádio. Uma das soluções é vender o nome do estádio para alguma empresa (‘naming rights’) e explorar a marca do Nilton Santos.

Não há, por enquanto, empresas que estariam interessadas em negociar para estampar seu nome no estádio do Glorioso Para Durcesio Mello, sua gestão terá como foco buscar explorar melhor o estádio como fonte de renda para o clube neste momento de crise e vem tentando trabalhar pra achar maneiras para isto.

LEIA MAIS

Botafogo encerra atividades do time sub-18 de futebol feminino; equipe principal corre riscos

Botafogo anuncia demissão de funcionários; ‘caótica situação financeira’ é justificativa