Abel Ferreira ressalta jogo difícil diante da Católica e importância de Kusevic na equipe titular

Abel Ferreira também ressaltou a competitividade mostrada pelo Palmeiras no jogo fora de casa contra a equipe chilena na Libertadores

Fabrício Carvalho
Jornalista formado / Rio de Janeiro. Redator de notícias, artigos e relatos sobre futebol nacional e internacional, basquete e esportes americanos.

Crédito: O técnico Abel Ferreira, da SE Palmeiras, em jogo contra a equipe do CD Universidad Católica, durante partida válida pelas oitavas de final, ida, da Copa Libertadores, no Estádio San Carlos de Apoquindo. (Foto: Cesar Greco)

O Palmeiras conquistou uma importante vitória fora de casa contra a Universidad Católica nesta quarta-feira (14).

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Com gol de Raphael Veiga, o Verdão conseguiu vencer por 1 a 0 e abriu o confronto válido pelas oitavas de final da Conmebol Libertadores 2021.

Na entrevista coletiva, o técnico Abel Ferreira fez questão de ressaltar que o jogo seria bastante competitivo, afirmando que a qualidade técnica poderia vir a desejar em alguns momentos.

Com base em estudos, o Palmeiras chegou a conclusão de que equipes brasileiras não rendiam bem em jogos fora de casa contra a Católica. Por isso, a orientação foi para “competir mais”.

Abel também falou sobre o recorde de invencibilidade conquistado em jogos fora de casa pelo Palmeiras, superando a marca do River Plate, afirmando que está subindo ainda mais o “sarrafo”.

Por fim, o técnico do Palmeiras também explicou a decisão de ter Kusevic na escalado na equipe titular contra a Universidad Católica, falando novamente que  “não há titulares” e que o elenco inteiro faz parte da equipe principal.

Veja aspas da coletiva de Abel Ferreira

“Sabíamos que seria um jogo muito difícil. Fizemos um estudo dos últimos resultados dos brasileiros aqui e não foi muito bom. Equipe com história na Libertadores e tremendamente competitiva. Ganhamos porque fomos competitivos, organizados e inteligentes.”

“Nós sabíamos que, pelo estado do gramado e pelo jogo do adversário, seria uma partida mais para competir do que uma grande qualidade técnica. Fizemos um bom jogo nesse sentido. Costumo dizer que adoro um bom perfume, eu mesmo gosto de gastar dinheiro em perfume. Mas hoje, para ganhar, foi preciso o perfume do suor.”

“Quanto mais ganharmos, mais cobranças vamos ter. Ganhamos Copa, Libertadores e um mês depois estávamos sendo cobrados. Quanto mais subimos o sarrafo, mais temos que aumentar a determinação e o trabalho. As vitórias trazem responsabilidade e exigência. É o preço que se paga quando se ganha. E quem veste essa camisa sabe que é obrigação. Cada vez que aumentamos o sarrafo, aumentamos a expectativa.”

“Estamos no meio de uma eliminatória e temos que respeitar muito esse adversário. Conseguimos um bom resultado, mas nada está fechado. Temos que ficar alerta e focados. Agora é recuperar, mesmo com jogo do Brasileiro daqui a 3 dias, e depois preparar a volta.”

“Eu, desde que cheguei, sempre disse que não há titulares. Os 11 que entram jogam por eles, pelos que estão no banco, por todos que trabalham no CT, pelos verdadeiros torcedores. O titular é a equipe, a estrela é a equipe. Todos somos um! Todos somos um e volto a dizer que não gosto disso de titulares. Quem são titulares? Aqui todos são titulares! Se estão aqui, é porque tem qualidade e porque merecem! Tenho que dar os parabéns pelos meus jogadores pela garra e determinação!”

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