Mãe de Gabriel Chapecó relembra infância do goleiro e se emociona com afirmação no time do Grêmio: “Sonho de criança”

Jovem goleiro Gabriel Chapecó, de 21 anos de idade, tem sido um dos grandes nomes do momento atual do Grêmio

Eduardo Caspary
Jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014. Dupla Gre-Nal.

Crédito: Foto: Lucas Uebel/Grêmio

A partir das 21h deste sábado, fora, contra o Fluminense, a torcida tricolor não terá muitas preocupações em relação ao gol do Grêmio a partir da grande fase de Gabriel Chapecó, de 21 anos, responsável direto pelo time não ter tomado nas partidas recentes contra Inter e LDU. E o que ele vive atualmente, como nem poderia ser diferente, é um verdadeiro sonho de criança.

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Em entrevista dada ao GZH, a mãe do arqueiro, Marga Grando, citou o gosto do filho por bola desde criança e o quanto o início no futsal até os 12 anos, para depois chegar ao Grêmio aos 14, foi marcado também por dificuldades e pensamento de desistências:

“O Gabriel desde criança sempre gostou de bola. A gente morava em um apartamento e ele fazia barulho para os vizinhos jogando bola”, disse a mãe, ao citar também a herança do pai Marcelo como o amor pelo esporte:

“O Gabriel sempre falou que queria ser jogador, não exatamente goleiro, mas jogador. Ele entrou no futsal com sete anos e já foi para o gol pela altura. Isso ele herdou do pai, que era alto. A partir daí sempre jogou no gol e muitas vezes em categorias acima da idade dele exatamente pela altura”

Na hora que o jovem pensou em desistir da vida de treinos, competições e longe da família, lá estava a mãe – mesmo distante – para dar forças:

“Teve dois momentos que ele teve receio. A primeira vez foi logo no primeiro ano. Ele falou “mãe, acho que quero voltar”, mas no fim decidiu ficar”, acrescentou Marga.

Lesão no joelho e relação com Felipão: mais de Gabriel Chapecó

Ensaiando a ida ao profissional e disputando posição na base, Chapecó ficou para trás entre 2019 e 2020 com uma grave lesão no joelho. Mas a volta de Felipão à comissão técnica, que já o conhecia desde 2014, lhe deu sobrevida na disputa na equipe:

“Logo que chegamos no campo para o primeiro treino, ele veio falar comigo e perguntou se eu lembrava. Eu cheguei em agosto de 2014 e em dezembro fiz um coletivo com o profissional. Ele brincava que os meus braços eram muito grandes. Fico feliz com isso. O Felipão é um cara que dispensa comentários. É campeão do mundo e ganhou tudo”, recordou Chapecó em coletiva na última semana.

As grandes atuações de Gabriel Chapecó e a afirmação de Brenno, atualmente na Seleção Olímpica, retiraram da direção gremista a urgência de buscar um goleiro experiente. O também novato Adriel completa o elenco.

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