O Atlético-MG entrou com recurso no Tribunal Disciplinar da Conmebol na semana passada buscando anular o cartão vermelho de Nacho Fernández no jogo de ida contra o River Plate, nas quartas de final da Libertadores.
Buscando reverter a situação, o departamento jurídico do Atlético-MG alegou que a revisão do VAR no lance que caracterizou a expulsão foi irregular, pois os áudios e imagens da cabine divulgadas pela Conmebol teriam violado normas da entidade.
“O árbitro de campo só poderia ser chamado pelo VAR para realizar a checagem do lance caso os operadores interpretassem a ocorrência de suposta infração por ‘força excessiva’, defendia o jurídico do Atlético-MG.
Atlético-MG perde recurso; Conmebol diz que não houve irregularidade
Nesta terça-feira (17), a Conmebol divulgou o resultado e negou o recurso do clube mineiro, afirmando que nenhuma irregularidade foi cometida pelo árbitro venezuelano Jesus Valenzuela.
Na ocasião, o árbitro do jogo não havia marcado nada no lance de Nacho Fernández. Em seguida, foi chamado pelo VAR (comandado pelo colombiano John Ospina) e acabou expulsando Nacho com cartão vermelho direto.
A decisão não surpreendeu o Atlético-MG, visto que o técnico Cuca já havia dado como certa a ausência do argentino em entrevista coletiva realizada na Cidade do Galo.
Buscando uma vaga nas semifinais, o Galo terá 16 mil torcedores no Mineirão para enfrentar o River Plate nesta quarta-feira (18), a partir das 21h30 pelo horário de Brasília. O jogo de ida terminou 1 a 0 a favor do Atlético-MG.

