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Ouro no 4×100 em Tóquio, italiano diz que sorriu após doping de britânico

Casos de doping não permitiram que atletas defendessem a bandeira na Rússia em Tóquio 2020. O país competiu como Comitê Olímpico Russo

Marjoriê Cristine
Colaborador do Torcedores

Crédito: Reprodução/Twitter Team Italia

O velocista Lamont Marcell Jacobs, também campeão nos 100m rasos, disse que “comemorou” o exame positivo de CJ Ujah

O exame antidoping positivo do velocista Chijindu Ujah, da Grã-Bretanha, deixou feliz um dos seus rivais. O italiano Lamont Marcell Jacobs, ouro nos 100m e no revezamento 4x100m em Tóquio 2020, afirmou que sorriu com a notícia.

“Tendo visto a investigação sobre Ujah, eu diria que talvez seja melhor (para os britânicos) olhar para casa antes de atacar outros”, disse o velocista campeão nas Olimpíadas.

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Visto como azarão, Jacobs conquistou duas das três medalhas mais importantes do atletismo. Os dois ouros nas Olimpíadas levantaram rumores sobre um possível doping do atleta. Mas ele não testou positivo para nada.

O presidente do Comitê Olímpico da Itália disse que as acusações contra Jacobs eram “infundadas”.

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Medalha em risco

CJ Ujah foi medalhista de prata no revezamento 4x100m e está suspenso desde quinta-feira (12). Caso a contraprova dê positivo, a Grã-Bretanha corre risco de perder a medalha conquistada no Japão. Se confirmar a perda, a prata iria para o Canadá e o bronze para a China.

O anúncio sobre o exame positivo do atleta foi feito pela Unidade de Integridade do Atletismo (AIU). Os testes foram realizados pela Agência Internacional de Testagem (ITA) durante os Jogos Olímpicos.

CJ Ujah foi flagrado para a substância Ostarina, a mesma que a ponteira Tandara, da seleção brasileira de vôlei, testou positivo. No caso da jogadora brasileira, ela foi flagrada em um exame antidoping durante a preparação para os Jogos Olímpicos, em junho deste ano.

Além do britânico, mais três atletas do atletismo foram flagrados no antidoping: Sadik Mikhou (BRN), Benik Abramyan (GEO) e Mark Odhiambo (KEN).

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