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Rogério Caboclo recebe nova punição da CBF por assédio

Dirigente recebeu mais 20 meses de suspensão do cargo por denúncia de diretor da entidade; nova punição pode resultar em realização de eleição na CBF

Victor Martins
Um homem que acredita ser jornalista, escritor e 'chato'. Decidam vocês qual será a opção escolhida.Formado na Universidade Metodista de São Paulo. No Torcedores desde 2016 ou algo parecido.

Crédito: Lucas Figueiredo/CBF

Rogério Caboclo recebeu mais uma punição da CBF por acusações de assédio. A Comissão de Ética da entidade anunciou nesta sexta-feira (12) que o presidente afastado da confederação foi punido com mais 20 de afastamento devido a um denúncia feita por um diretor, segundo aponta o GE.

Esta denúncia pode se juntar a outra que já está em vigor, na qual Caboclo está afastado de suas funções por uma acusação de assédio moral e sexual a uma funcionária da entidade. Esta pena dura até março de 2023 e, se ratificada pela Assembleia Geral, pode até mesmo ultrapassar o tempo de mandato pelo qual o dirigente fora eleito, se encerrando um mês depois do fim da primeira pena.

Caso a punição seja aprovada pelo colegiado, a CBF teria que realizar eleições para cumprir o restante do mandato a que o presidente afastado teria direto. O novo pleito à presidência da Confederação Brasileira de Futebol seria disputada apenas pelos oito vice-presidentes, segundo as regras do estatuto da organização.

A Assembleia Geral reúne os presidentes ou representantes das 27 federações estaduais, que se reuniriam para aprovar ou não a nova pena imposto a Rogério Caboclo. Na primeira reunião quanto à denúncia inicial de assédio (e há ainda mais duas de funcionárias a serem averiguadas), a pena fora aprovada por unanimidade.

Caboclo nega acusação e volta a acusar ‘complô’ de ex-presidente

O presidente afastado da CBF publicou nota na imprensa para rebater a decisão imposta pela Comissão de Ética da CBF. Na nota, Caboclo afirmou que a decisão foi ‘arbitrária e desproporcional’ e que a suspensão seria ‘mais uma peça do teatro armado para tirar do cargo um presidente legitimamente eleito’.

O dirigente voltou a negar que tenha cometido assédio e acusou a Comissão de não tê-lo ouvido nas investigações do caso, novamente citando o ‘complô’ que já acusara em outras vezes, apontando o ex-presidente da entidade, Marco Polo Del Nero (antigo aliado de Caboclo) de estar por trás das denúncias para retomar o poder na confederação.

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