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Amanda Nunes admite que pode reduzir ritmo no UFC: “Tem que ir devagarzinho”

‘Leoa’ defenderá cinturão dos galos contra Julianna Peña neste sábado (11) no UFC 269

Victor Martins
Um homem que acredita ser jornalista, escritor e 'chato'. Decidam vocês qual será a opção escolhida.Formado na Universidade Metodista de São Paulo. No Torcedores desde 2016 ou algo parecido.

Crédito: Reprodução/Instagram Amanda Nunes

Amanda Nunes chega para mais uma defesa de cinturão no UFC neste final de semana quando colocará em disputa o título dos galos contra Julianna Peña. A brasileira tem se dividido entre lutas por esta categoria e a dos penas, do qual também é campeã.

Com os últimos anos em ritmo forte e com várias lutas (em 2021, será sua segunda luta do ano) e defesas de cinturão, a ‘Leoa’ já começa a pensar em reduzir o seu ritmo de trabalho dentro do Ultimate. Sem cogitar aposentadoria, a lutadora quer se preservar mais e a seu corpo pensando na sequência de sua carreira.

“Por estar já há muito tempo como campeã e defendendo os dois cinturões, que é algo que ninguém fez, chega num limite em que a gente não pensa ainda em se aposentar, mas em começar a ir devagarzinho, não ter pressa para lutar, com um luta por ano ou duas. Estou chegando aos 34 anos também, então o corpo vai sentindo um pouco mais e a gente não treina tanto quando eu tinha 20 anos. Toda hora, é uma lesão. Mas irei continuar enquanto puder”, disse Amanda em entrevista ao Esporte Espetacular, da Globo.

A luta contra Peña será a oitava vez que Amanda Nunes colocará seu cinturão em disputa, seja o peso-galo quanto o peso-pena. Tendo vencido praticamente todas as principais lutadora da divisão dos galos que enfrentou, a brasileira torce para que o UFC traga mais lutadoras, inclusive vindas de outras promoções, para aumentar a gama de possíveis desafiantes e lhe dar novos desafios.

“As meninas que não estão no top-5, top-10 e que estão lutando há algum tempo, elas também merecem a oportunidade. Não escolho rival e, se me chamarem para lutar com a Holly Holm ou a Germaine (de Randamie), seja com quem for, quero lutar, mas acho que a galera quer ver algo novo. Tem que dar uma mexida nessa categoria, botar as meninas para lutar e trazer essas meninas que estão lá no fundo, para trazer coisa nova e não ficar essa coisa estagnada que está”, disse a ‘Leoa.’

“Acho mesmo que o UFC tem que dar uma sacudida na divisão, até ir buscar novos talentos e talvez trazer meninas de outros shows. É o que estou esperando”, completou.

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