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STJ acata recurso da CBF e intervenção na entidade é suspensa

Intervenção fora decidida pela Justiça do Rio por acusação de irregularidades em assembleia que definiu pleito que elegeu Rogério Caboclo

Victor Martins
Um homem que acredita ser jornalista, escritor e 'chato'. Decidam vocês qual será a opção escolhida.Formado na Universidade Metodista de São Paulo. No Torcedores desde 2016 ou algo parecido.

Crédito: Lucas Figueiredo/CBF

Durou pouco a decisão da Justiça do Rio de Janeiro de pedir a intervenção da CBF por conta de irregularidades na assembleia que elegeu Rogério Caboclo como seu presidente. Nesta quinta-feira (2), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatou o recurso da máxima entidade do futebol brasileiro e suspendeu a decisão do TJ-RJ quanto ao caso. A informação é do GE.

A decisão se originou de um pedido do Ministério Público para que a assembleia que criou as regras pelas quais Caboclo fora indicado mandatário da entidade fosse anulada cometeu irregularidades em relação às regras constadas em estatuto. A justiça fluminense já havia acatado anteriormente pedidos do MP para que o processo fosse cassado e interventores nomeados para cuidar de criar uma nova eleição.

Os interventores indicados haviam sido Rodolfo Landim, este presidente do Flamengo e Reinaldo Carneiro Bastos, que comanda a Federação Paulista de Futebol. Com a decisão do TJ-RJ, ambos foram confirmados para serem os ‘comandantes’ para que uma nova assembleia criasse as regras para um novo pleito fosse feito e, assim, escolher o presidente da CBF.

No entanto, nesta quinta, o presidente do STJ, Humberto Martins, concedeu o recurso favorável à entidade para que a intervenção seja anulada e, assim, evitar uma nova eleição. Na defesa do pedido de anulação da assembleia que gerou a controvérsia, a Confederação alega que a eleição não poderia ser cassada porque esta ocorreu depois do pedido para a mudança das regras na assembleia, que deu mais peso às federações estaduais do que aos clubes.

Com a decisão, a intervenção está anulada e aumenta ainda mais a temperatura da crise iniciada com as acusações de assédio contra Caboclo movidas por funcionárias e um diretor da CBF, que culminaram em seu afastamento do cargo de presidente, este válido até março de 2022. E continuada com o dirigente acusando o ex-aliado Marco Polo Del Nero de estar por atrás de tais acusações para lhe retirar do cargo.

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