A demissão de Cléber Machado da TV Globo pegou a muitos de surpresa, mas os especialistas no assunto apontam que o narrador não foi o primeiro e nem será o último que será desligado da emissora, em uma clara atitude de corte de gastos.
Cléber Machado tinha um dos maiores salários do Esporte da Globo e sai para dar mais espaço para narradores mais jovens. Em meio a isso, porém, outros setores tem sido desmembrados ou extintos.
Foi o caso do projeto Central do Apito, com as demissões de Sálvio Spinola, Sandro Meira Ricci e Fernanda Colombo, além do setor quer produzia e levantava história e estatísticas do futebol para as transmissões, que segundo o jornalista Flávio Ricco, no R7, também deixou de existir.
Conforme ele, este setor era realizado inicialmente pela empresa WSC, em parceria que foi encerrada e começou a se realizada pela própria Globo. Porém, agora, também deixa de existir dentro da emissora e está desmontado.
Demissões na Globo terá “próximos capítulos”
Ainda segundo a publicação de Flávio Ricco, muitos não entenderam as saídas recentes da Globo, que passa por Cléber Machado, Jota Júnior, Sandro Meira Ricci, Fernanda Colombo, entre outros. Porém, mesmo com a falta de compreensão de alguns, o entendimento é que o processo está instalado e terá “novos capítulos”, ou seja, mais demissões devem ser realizadas e não irão demorar.
“A não ser em casos mais excepcionais como o do Cleber Machado, há tempos instalou uma maneira mais severa de corte de gastos. Que, ao que parece, está longe de terminar”, apontou Flávio Ricco sobre o momento da TV Globo.
Além do corte de pessoal, também há um enxugamento do Esporte da Globo, que tem se tornado menor a cada saída e a cada desmembramento.

