Em debate após Racing x Flamengo, o discurso de Gabigol virou assunto durante live no canal “3 na Área”. Após marcar no jogo, o atacante falou sobre as cobranças para mudar seu penteado e fez questão de lembrar que “já “ganhou de cabelo louro, rosa, de dread, careca..“. Sendo assim, como estava na transmissão Cássio Barco, ex-jornalista da Globo, recordou que, em seu período na empresa, também costumava mudar o visual, mas a postura não agradava parte da chefia.
“O próprio ‘Boat’ já pintou o cabelo de tudo que é cor e hoje ele é chefe da Fifa“, iniciou Leifert.
“Mas eu paguei por isso também. Já tive cabelo rosa, azul, mas eu era considerado rebelde na empresa, estava querendo atingir os chefes…”, relatou Cássio Barco.
Na sequência, Tiago Leifert saiu em defesa da Globo e garantiu que não há um problema coletivo de “perseguição” na empresa. Sendo assim, em sua visão, alguns profissionais não deveriam ter um poder gigantesco nos bastidores, mas a situação acaba ocorrendo em todas as grandes companhias.
“Eu posso falar. Em defesa da empresa, que é muito grande. Tem 18 mil funcionários. Só que tem lugares que o problema é individual. O problema é que tem gente com poder que não deveria ter. São pessoas que não deveriam nem estar lá. Isso acontece com toda empresa grande.”, destacou.
Demissões na Globo
Recentemente, Tiago Leifert comentou a onda de desligamentos da Globo. Como conhece os bastidores, o apresentador acredita que existem funcionários que estão “enganando” por vários anos, mas que são privilegiados pela alta posição na hierarquia da emissora.
“Vejo poucos nomes da chefia (nas demissões da Globo). E muitos da chefia têm salário alto e alguns trabalham bem menos do que o pessoal que tá sendo desligado da empresa. Acho curioso quando vejo a lista e percebo que tem gente lá enganando há 20, 30 anos e continua por lá. Não acontece nada, porque são eles que assinam”, destacou.

